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Parlamento francês aprova polêmica lei antipirataria

PARIS (Reuters) - A polêmica lei antipirataria da França que prevê a suspensão, pelas autoridades, da conexão de internautas que fizerem download ilegal foi ratificada no parlamento nesta terça-feira. No entanto, a oposição anunciou que contestará a lei na Justiça.

O Partido Socialista, da oposição, que já tinha levado a primeira versão da chamada lei "Hadopi" à Justiça, afirmou que irá formalizar uma nova contestação.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, não mediu esforços para incentivar a aprovação do projeto, e contou com o apoio das indústrias de música e cinema, que alegam um prejuízo de milhões de euros devido a downloads ilegais na Internet.

Mas a lei, que criará um novo órgão regulador com poderes de investigação sobre internautas suspeitos e de fazer recomendações de medidas a serem tomadas, tem sido muito criticada por grupos de proteção ao consumidor e da oposição.

Os críticos afirmam que a lei não será eficaz no combate a piratas específicos, e apenas irá impor punições desnecessariamente severas sobre o internauta comum.

A versão anterior da lei foi bastante amenizada.

O ministro da Cultura, Frederic Mitterrand, afirmou que espera que o principal efeito da lei seja de dissuadir o download ilegal de conteúdo.

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GPS em celulares ainda não são 100% confiáveis

Quando se trata de encontrar uma rota, os avançados smartphones não são tão espertos assim. Se você quiser achar seu caminho até o sítio do seu amigo ou alguma pousada remota para suas férias, assistentes de navegação portáteis ainda prevalecem.

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Na verdade, os preços desses aparelhos de navegação caíram, enquanto seus fabricantes se voltam para o fornecimento de programas para operadoras e fabricantes de celular. A Navigon, que produz aparelhos de GPS de última linha, abandonou discretamente o mercado americano de hardware em maio, decidindo focar-se em telefones e programas para sistemas automotivos. Ela já fez acordos para celulares com a Samsung na Europa e a T-Mobile na Alemanha e recentemente lançou uma versão de seu software MobileNavigator na loja do iPhone da Apple, por US$ 89,99.

Após as líderes de navegação, Garmin e TomTom, anunciarem quedas de receita de dois dígitos no início do ano, observadores do mercado sugeriram que os smartphones com programas de rota poderiam acabar com os aparelhos de GPS da mesma forma que dizimaram os assistentes pessoais digitais. Então, a TomTom optou pela filosofia "se não é possível vencê-los, junte-se a eles", lançando para o iPhone uma versão em software de seu sistema de navegação, por US$ 100.

Mas usar o celular para conseguir direções em uma longa viagem pode ser tão confiável quanto usar uma forquilha para cavar um poço. Curvas erradas, falta de sinal e recebimento de chamadas confundem a maioria dos aplicativos de navegação de celular.

Os programas para iPhone da Navigon e da TomTom são justamente o caso. Diferente de um computador de mesa ou laptop, o iPhone não é totalmente capaz de realizar tarefas múltiplas ao mesmo tempo, o que significa que se você estiver seguindo as direções da rota e atender a uma chamada, a função de navegação se interrompe.

Mesmo os telefones capazes de manejar diferentes tarefas simultaneamente podem fazer você errar o caminho, dependendo da rede. Por exemplo, o BlackBerry Bold, da RIM, na rede 3G da AT&T mantém as direções ao fundo enquanto você conversa, mas o BlackBerry Storm na rede sem fio da Verizon não. Um porta-voz da RIM, Erik Van Drunen, disse se tratar de uma limitação da rede, não do telefone.

No entanto, até mesmo aparelhos multitarefas em muitos casos param de fornecer direções quando não há sinal de celular, por exemplo, em uma estrada rural. A razão: devido à pouca memória da maioria dos celulares, eles precisam ser regularmente atualizados com direções pela rede do celular, particularmente em longas viagens. Portanto, mesmo se você ainda estiver recebendo um sinal de GPS indicando sua posição, as direções vão ser interrompidas sem o sinal de celular. Isso pode ser não só um incômodo em uma noite chuvosa sem um posto de gasolina à vista, mas será também muito desagradável se você acabar fazendo aquele desvio inevitável na rota.

"Em alguns casos, ele baixa a rota inteira até o destino", respondeu Sal Dhanani, cofundador da TeleNav, que fornece o programa de mapas do serviço de US$ 9,99 da AT&T e da T-Mobile. "A menos que você faça uma curva que não esteja na rota. Aí, se não houver conexão, ele vai perder você".

A possibilidade de alegremente fazer curvas erradas sem consequências direcionais sérias é obviamente a maior qualidade dos GPS, que permite aos motoristas seguirem seu caminho sem jamais parar para perguntar direções. Mas, alguns serviços de navegação por celular, falham e é preciso esperar o telefone baixar novas instruções baseadas na nova posição, o que ocorre apenas em áreas com cobertura de sinal.

Em comparação, um aparelho exclusivo de navegação pode recalcular sua rota em segundos sem interrupção ou sinal de celular.

Existem outras desvantagens de usar o celular, como o mapa rodoviário digital. Seu volume no máximo é incapaz de superar o ruído da estrada e o rastreamento por GPS tende a esgotar as baterias de alguns aparelhos. Além disso, os receptores GPS em telefones não são tão sensíveis quanto aqueles em aparelhos exclusivos para navegação, fazendo com que os celulares percam facilmente o sinal de posicionamento em grandes cidades, como, Nova York.

Telefones também não possuem os sensores giroscópicos que muitos aparelhos de localização usam para informar a posição do carro quando o sinal de GPS falha, como em um túnel. E existe ainda a questão da tela: normalmente os aparelhos de GPS têm telas de 4 polegadas ou mais, enquanto mesmo o iPhone tem apenas uma tela de 3,5".

Por enquanto, os aparelhos exclusivos para navegação por GPS continuam sendo a forma mais confiável de localização para motoristas. Mas os celulares continuam avançando. Alguns, como o novo Pre, da Palm, certos modelos de BlackBerry e telefones com o Windows Mobile, da Microsoft, ou o Android, da Google, são capazes de realizar várias tarefas ao mesmo tempo, permitindo a navegação mesmo durante uma conversa ao celular. Outra possibilidade é armazenar um conjunto completo de mapas digitais no telefone para que as direções continuem quando o sinal desaparecer.

O programa Mobile XT da Garmin, disponível para smartphones por US$ 99, acompanha um pequeno cartão de memória que funciona em telefones com Windows Mobile, por exemplo. Navigon e TomTom adotaram abordagem similar de download completo em seus programas para o iPhone, para que motoristas não dependam da rede de celular para atualizações na rota. Com o intuito de compensar qualquer limite de hardware, a TomTom vai oferecer um kit automotivo para o iPhone no próximo mês, que inclui um receptor melhor de GPS e um altofalante para a porta do carro.

Além disso, à medida que celulares com maiores capacidades de processamento são lançados, eles não vão se perder na zona rural com tanta frequência. Telefones também têm uma característica embutida que falta na maioria dos aparelhos de GPS: uma comunicação de mão dupla para listagens atualizadas, como postos com combustível mais barato, novos restaurantes e serviços como compras de ingresso online.

Embora 80% da receita da TomTom ainda venham do negócio de navegação portátil, a empresa já controla uma das duas provedoras de mapa líderes, a Tele Atlas. Segundo a empresa, o aspecto de uma comunicação de via dupla é o motivo da companhia contemplar não só aparelhos de GPS, mas também sistemas automotivos embutidos, operadoras sem fio e smartphones.

"Na verdade desejamos o crescimento da navegação em outras áreas", disse Tom Murray, vice-presidente de desenvolvimento de mercado da TomTom. Ele disse também que não havia a expectativa de que a navegação por celular acabasse com os aparelhos específicos de navegação. Alguns preferem usar aparelhos separados, como muitos que ainda usam câmeras digitais, mesmo com a maioria dos celulares incluindo uma embutida.

Por outro lado, as capacidades inferiores de direção dos celulares podem não deter a maioria dos consumidores. Afinal, iPods não têm um som tão bom quanto CDs e celulares ainda fornecem chamadas de baixa qualidade quando comparadas aos serviços com fio, e ainda assim, todos têm ou querem ter um.

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Saiba como escolher um smartphone

Confira características e funcionalidades dos ‘computadores de bolso’.
G1 também dá dicas sobre contratação de plano de dados; confira.

Os smartphones são chamados de telefones celulares inteligentes por causa das diversas funções que desempenham: com esses computadores de bolso, é possível acessar a internet, criar e visualizar diferentes tipos de arquivo, enviar e receber e-mails, tirar fotos, fazer vídeos, armazenar e ouvir músicas, além de ter acesso a diversas outras funcionalidades. Confira dicas para escolher um smartphone.

>>> Para quem é?

Os smartphones têm como público-alvo os usuários que precisam – ou acham realmente útil – ter as funcionalidades de um computador sempre à mão, mesmo quando estão na rua. Com o smartphone, o usuário pode consultar e-mails sempre que quiser ou atualizar seu Twitter a qualquer hora, por exemplo. No entanto, isso tem um custo: para ter acesso à web é necessário ter disponível uma rede sem fio (Wi-Fi) ou contratar um plano de dados oferecido pela operadora móvel.

>>> Características físicas

As telas desses aparelhos são geralmente maiores que as dos telefones celulares tradicionais. Os comandos podem ser dados de duas formas: pela tela sensível ao toque (algo que se tornou popular depois do lançamento do iPhone) ou pelo teclado. Cabe ao usuário saber qual a alternativa mais confortável para uso do aparelho.

A capacidade de armazenamento pode já ser disponibilizada pelo próprio aparelho (8 GB, 16 GB, 32 GB, por exemplo) ou ser oferecida com o uso de cartões de memória, como o microSD, vendidos separadamente.

Foto: Divulgação

Alternativas com tela sensível ao toque: iPhone, da Apple, e Magic, da HTC (dir.). Os dois modelos se encaixam na definição de smartphone. (Foto: Divulgação )

>>> Funcionalidades

Os smartphones geralmente oferecem acesso à internet (e todas as vantagens aí incluídas, como e-mails, mapas, redes sociais, notícias e sites de vídeos, por exemplo), câmera digital (geralmente de 2 megapixels a 5 megapixels), câmera de vídeo e tocador digital, entre outras funcionalidades.

Essa lista de funcionalidades ganha ainda mais força com o uso de programas chamados aplicativos: pagos ou gratuitos, eles permitem por exemplo que o usuário visualize as melhores opções de rotas de trânsito, receba notícias de seus sites favoritos, veja qual a programação da TV, as próximas sessões do cinema mais perto e até controle as calorias de cada refeição. Tudo na tela do celular.

>>> Preços

O valor pago pelo smartphone não se restringe ao preço do aparelho. Pelo fato de o produto oferecer acesso à internet, o consumidor deve pensar também no plano contratado na operadora de telefonia móvel: quanto mais barato o eletrônico, mais caro tende a ser o plano. E vice-versa.

A Vivo, por exemplo, cobra R$ 2,1 mil por um iPhone 3GS de 16 GB no plano pré-pago. No plano pós-pago de R$ 585 mensais (com internet ilimitada e 1.400 minutos de ligações, entre outros), o mesmo modelo sai por R$ 750. Já na TIM, o iPhone 3GS de 16 GB mais barato custa R$ 999, dentro do plano mensal de R$ 299 mensais (pacote de dados com 1 GB, 400 minutos de ligações para TIM, cem minutos para demais operadoras móveis ou fixas, entre outros).

Também é possível comprar smartphones desbloqueados, sem qualquer vínculo com operadoras (nesse caso, é possível por exemplo fazer um plano pré-pago). No entanto, muitos dizem que um celular inteligente sem plano de dados para acesso à internet é como uma Ferrari sem gasolina: usa-se muito pouco de sua grande capacidade.

>>> Como escolher um plano?

Um plano de telefonia móvel para celulares inteligentes geralmente contém ligações de voz, torpedos e plano de dados. Na hora de fazer a contratação, o usuário deve ter em mente quanto de cada serviço vai usar, para não pagar por aquilo que não vai usar (ou pagar valores extras por exceder o limite de seu plano).

Talvez a parte mais difícil dessa contratação seja o plano de dados. Se o usuário tem acesso à tecnologia de conexão sem fio (Wi-Fi) em sua casa e escritório, por exemplo, não precisará do plano de dados quando estiver nesses dois ambientes: nesse caso, uma opção ilimitada (e mais cara) pode não ser vantajosa. O mesmo não acontece para uma pessoa que passa muito tempo na rua, precisa ter acesso constante a seus e-mails e não tem internet sem fio no ambiente doméstico.

Para se ter uma ideia que 100 MB de dados podem fazer, a Claro exemplificou a pedido do G1: com esse pacote é possível enviar ou receber 10.240 e-mails; baixar 2.048 imagens; fazer o download de 26 músicas em MP3 de quatro minutos cada; assistir a quatro horas de vídeo streaming ou fazer o download de quatro trailers com cinco minutos cada. Se ultrapassar o limite do pacote de dados, o cliente paga por megabyte excedente (o valor depende do plano).

Foto: Divulgação

Aparelho Curve 8300, da Blackberry, e N97 (dir.), da Nokia, têm teclados para o usuário interagir com os programas e serviços. (Foto: Divulgação )

>>> Sistema operacional

Assim como os computadores, os smartphones funcionam com sistemas operacionais. Os aparelhos disponíveis no mercado usam, entre outras, as plataformas Windows Mobile, Symbian, Mac OS X, Palm webOS, Blackberry e Android – esta última alternativa, desenvolvida pelo Google, chegará em breve ao mercado brasileiro.


“Esse mercado ainda não está maduro o bastante para que o usuário faça a escolha da compra com base no sistema operacional. Hoje, o que faz a diferença na hora da compra é o aparelho”, afirmou ao G1 Juan Ortiz, diretor regional da HTC América Latina. A empresa produz aparelhos baseados em Windows Mobile, da Microsoft, e recentemente passou a oferecer também produtos com o Android.


Na hora de comprar um aparelho, se não houver preferência pelo sistema operacional, o usuário deve fazer um teste para ver com qual modelo se sente mais confortável (peça o smartphone do amigo emprestado por meia hora). O aparelho moderno pode, de fato, tirar fotos em alta resolução e mandá-las por e-mail – no entanto, se você não se adaptar bem ao sistema operacional e interface, essa tarefa pode se mostrar bem complicada.


A plataforma também determina quais aplicativos estarão disponíveis para o smartphone. Os programas para o iPhone estão disponíveis na loja on-line iTunes, as opções para os aparelhos da Nokia (Symbian) estão na Ovi, os aplicativos para modelos com plataforma Android estão na Android Market e os programas para Blackberry estão na App World, por exemplo.

>>>Desvantagens

Os smartphones são mais caros que aparelhos com menos funcionalidades e, pelo fato de o usuário ter de contratar um plano de dados, pode acabar pagando mais caro para a operadora de telefonia móvel (os valores referem-se à comodidade não oferecida pelos aparelhos mais simples). Além disso, navegar na internet ou visualizar documentos em uma tela de 3,5 polegadas (do iPhone, por exemplo) é mais desconfortável do que fazer o mesmo em um monitor de 19 polegadas.

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Pnad: acesso à internet cresce mas desigualdade regional se mantém

Entre os serviços que mais avançaram de 2007 para 2008, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está o acesso à internet. Segundo a pesquisa, aumentou de 20% para 23,8% o total de residências com acesso à internet no País - de 11,1 milhões em 2007 para 13,7 milhões, em números absolutos. E mais da metade destes domicílios se concentrava na região Sudeste, mostrando que persiste a desigualdade regional no acesso à tecnologia.

Em 2008, do total de domicílios do Brasil, 31,2% tinham um computador (desktop ou notebook). Destas máquinas, 23,8% tinham acesso à internet. Em 2007, 26,5% das casas tinham computador sendo 20% com acesso à internet.

Na Região Sudeste, os lares com computador e acesso à internet passaram de 27,3% em 2007 para 31,5% em 2008. Na Região Centro-Oeste, de 18,5% para 23,5%. Na Região Sul, passaram de 24% a 28,6%. Na Região Norte, os domicílios com computador e acesso à internet foram de 8,3% em 2007 para 10,6% em 2008; e na Região Nordeste, de 8,8% para 11,6%.

A Pnad é realizada anualmente pelo IBGE para levantar informações da situação socioeconômica do Brasil, a partir da coleta de dados sobre população, migração, educação, trabalho, família, domicílios e rendimento. Na Pnad 2008, foram pesquisadas 391.868 pessoas e 150.591 unidades domiciliares, distribuídas em todos os Estados e Distrito Federal.

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Primeiro celular com plataforma do Google chega ao Brasil em outubro

HTC Magic usa sistema operacional Android, do gigante de buscas.
Preço da novidade vai depender de plano fechado com operadora.

Foto: Divulgação

A fabricante de telefonia HTC anunciou nesta quinta-feira (17) o lançamento no Brasil do aparelho Magic, equipado com o sistema operacional Android, do Google. A novidade chega oficialmente ao Brasil na segunda semana de outubro e o preço ainda não foi revelado.

Segundo a HTC, o valor do aparelho vai depender do plano que o consumidor fechar com a operadora de telefonia móvel – pelo fato de se tratar de um smartphone e fornecer acesso à internet, o plano deve conter pacote de dados. Em entrevista coletiva à imprensa, os representantes da empresa não quiseram sequer falar em valores praticados no exterior, para não criar expectativas que podem não ser correspondidas no país.

A HTC foi a primeira fabricante a disponibilizar, em todo o mundo, um aparelho com o Android: há cerca de ano, a empresa lançou por US$ 179 nos Estados Unidos o modelo G1, equipado com essa plataforma. No início do ano, em um evento em Barcelona, a companhia apresentou o HTC Magic, o segundo modelo com Android.


Compatível com todas as operadoras brasileiras, segundo o fabricante, o Magic tem tela sensível ao toque com 3,2 polegadas (contra 3,5 polegadas do iPhone), câmera de 3,2 megapixels, GPS, capacidade de transmissão de dados de até 7,2 Mbps (megabits por segundo), Wi-Fi, Bluetooth e sincronização com contas de e-mail, entre outros serviços.

Android

O Android tem código aberto, gratuito e permite às companhias telefônicas economizar em licenças de software. Ele pode ser adotado por diferentes fabricantes de telefones celulares – na semana passada, por exemplo, a Motorola apresentou o modelo Cliq, baseado nessa mesma plataforma.

Assim como acontece com o popular iPhone, da Apple, desenvolvedores independentes também podem criar novos aplicativos e funcionalidades para aparelhos que usam o Android, do Google.

Apresentado em novembro de 2007, o Android faz parte de uma parceria entre o Google e outras dezenas de empresas chamada Open Handset Alliance. Segundo o Google, essa plataforma ajudará a indústria de celulares a fazer com que a internet funcione em telefones da mesma forma como funciona em computadores – isso contribuiria para o aumento de tráfego nos sites da empresa.
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Positivo Mobo White 1080 tem teclado ruim


Custando 1.599 reais, o Mobo 1080 promete levar a produção do usuário a qualquer lugar com seu HD de 120GB, processador Intel Atom de 1.6GHz, 1GB de memória RAM, tela de 10 polegadas, leitor de cartões SD, webcam de 1,3 megapixels, placa de rede, Wi-fi, bateria com autonomia de aproximadamente 188 minutos e peso de 1,3 quilos.

Assim como os outros modelos da Positivo, o White 1080 possui um teclado com 83 teclas, com layout não muito anatômico e tamanho ruim para cada tecla. O espaço pequeno entre um botão e outro pode gerar problemas na adaptação do usuário, que vai levar um certo tempo para conseguir digitar com naturalidade.

O netbook pode encarar as tarefas de escritório, como editar múltiplos documentos de texto, planilhas e apresentações de slide com facilidade, com várias janelas abertas e enquanto se navega pela internet.

O pequeno também pode rodar sem problemas aplicações para edição de imagem, como o Photoshop CS3, mas para arquivos não muito pesados, como imagens de até 2 megapixels.

O mouse do White 1080 também pode gerar um desconforto com o usuário, mesmo com a sensibilidade ajustável, o pad não responde muito bem em alguns momentos.

Para garantir o entretenimento com músicas e vídeos, o 1080 possui alto-falantes com um bom nível de volume e qualidade aceitável, mas escutar uma música no volume máximo pode gerar um certo desconforto, como os alto-falantes de celular.

O netbook possui o pacote de escritório BrOffice (com editor de texto, planilha, gerenciador de apresentações e imagens e editor HTML), além do Adobe Acrobat Reader, discador Positivo, antivírus Kaspersky e Dicionário Aurélio Online (com um ano anuidade grátis).
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Novo smart com Android chega ao mercado

Divulgação

Mais um smartphone chega ao mercado com o sistema operacional Android, do Google. O GW620, da LG, é o primeiro celular da LG com o software.

Com painel touchscreen de 3 polegadas, câmera de vídeo frontal, teclado Qwerty, além de conexões 3G e uma porta Micro USB, o smart chega à Europa no próximo mês.

O smart chega para concorrer com o recém-lançado celular da Motorola, o Cliq, o que também vem com o Android, além de uma tela de 3,2 polegadas, câmera de 5MP, slot para Micro SD e conexão 3G.

Os preços dos novos smarts da LG e Motorola ainda não foram divulgados.


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Twitter expande regras para permitir publicidade

O Twitter, serviço de microblog em rápido crescimento e agora à procura de maneiras de faturar, expandiu seus termos de uso de modo a permitir que anunciantes ganhem acesso aos seus mais de 45 milhões de usuários mensais.

Empresa criada dois anos atrás com apoio de fundos de venture capital e que permite que pessoas enviem número ilimitado de mensagens com um máximo de 140 caracteres, o Twitter só agora está acelerando seus esforços para monetizar, ou faturar com, o seu popular site.

Na quinta-feira, a empresa revisou seus "termos de serviço" para especificar que está autorizada a veicular publicidade. "Deixamos a porta aberta à publicidade. Como já dissemos, gostaríamos de manter nossas opções em aberto," afirmou Biz Stone no blog oficial da empresa, em http://blog.twitter.com/.

A receita publicitária é o caminho tradicional para que sites publicitários possam gerar faturamento e ainda assim se manter gratuitos para seus usuários. O crescimento explosivo das redes sociais vem atraindo interesse: o número mundial de acessos ao site do Twitter chegou a 44,5 milhões em junho, 1,5 mil por cento acima do total do mês em 2008, de acordo com a comScore.

Alguns analistas estão céticos quanto às perspectivas de sucesso da publicidade em redes sociais, argumentando que empresas relutam em justapor suas marcas a conteúdo gerado pelos consumidores, imprevisível e potencialmente ofensivo.

Stone mesmo disse que a empresa encarava com cautela a possibilidade de irritar sua base de consumidores ao bombardeá-los com anúncios.

Mas outros analistas apontam para o fato de que os usuários de redes sociais tendem a dedicar muito tempo a esses sites, e por isso eles oferecem uma plataforma atraente para que anunciantes promovam suas marcas ¿especialmente se as preferências dos usuários forem rastreadas.

O Twitter adotou termos abertos para sua nova cláusula publicitária, e enfatizou que ela estava sujeita a mudanças.

"Os serviços podem incluir anúncios, que podem ser direcionados ao conteúdo ou informação no serviço, às pesquisas realizadas por meio dele ou a outras informações," definem os termos de uso. "Os tipos e volumes de publicidade do Twitter nesses serviços estão sujeitos a mudanças."