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Nova-iorquino é preso por piratear "X-Men Origens: Wolverine"

Agentes do FBI prenderam na quarta-feira um nova-iorquino sob acusações de que ele teria baixado uma cópia do filme X-Men Origens: Wolverine na internet antes do lançamento nos cinemas em maio, disse uma porta-voz.

A porta-voz do FBI Laura Eimiller disse que a investigação continua para descobrir como Gilberto Sanchez, 47 anos, da cidade de Nova York, obteve a cópia postada no Megaupload.com.

Quando o filme chegou à rede, autoridades da Twentieth Century Fox, a unidade da News Corp que estava por trás do filme, expressaram o temor de que isso fosse prejudicar as bilheterias.

Sanchez, que foi detido em sua casa, foi acusado de baixar ilegalmente a cópia de uma obra para a internet, o que acarreta uma pena máxima de três anos na prisão e uma multa de US$ 250 mil (equivalente a cerca de R$ 440 mil), disse o FBI.

X-Men Origens: Wolverine, que tem Hugh Jackman no elenco, fez US$ 373 milhões nas bilheterias mundiais.

Reuters

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Famosos comentam seus lugares preferidos no Google Maps

Al Gore alerta sobre esta república no sul da Índia:

Al Gore alerta sobre esta república no sul da Índia: "Nossos netos talvez nunca visitem as Maldivas"

O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, o fundador do guia de viagens Lonely Planet Tony Wheeler, o célebre chef espanhol Ferran Adria e o escritor brasileiro Paulo Coelho são algumas das personalidades escolhidas pelo Google para indicarem, e comentarem, seus lugares favoritos no mundo através do Google Maps.

A ferramenta mostra os nomes das personalidades e um mapa do mundo com os locais selecionados por ela. Uma breve explicação de cada um deles sobre o motivo da escolha dos lugares também é indicada no mapa. Conforme o próprio Google define, "explore os locais favoritos de especialistas locais" de diversos lugares do mundo, descobrindo "onde eles gostam de ir, e porquê".

Ferran Adria, por exemplo, considerado o maior chef da cozinha contemporânea, indica um restaurante em Sydney, na Austrália, que ele mesmo define, "um daqueles lugares que você escolhe por causa da vista". O restaurante está localizado na baía de Sydney, de frente para o famoso prédio da Opera House.

Já o escritor Paulo Coelho indica, entre tantos lugares, Santiago de Compostela, no norte da Espanha. "Levei quase 40 anos para me tornar um escritor. Antes disso, sempre sonhei em me tornar um, mas nunca ousei subir os degraus necessários", escreve. Seu livro "O diário de um mago" (1986) narra em detalhes a peregrinação do escritor pelo Caminho de Santiago.

Já Al Gore, que se tornou um ambientalista ativo nos últimos anos, escreve sobre a República das Maldivas, no Oceano Índico: "Nossos netos talvez nunca visitem as Maldivas, uma ilha-nação no sul da Índia, porque pode ficar submersa pelo aumento dos níveis do mar".

A artista americana Maya Lin afirma que a Torre Eiffel, em Paris, foi uma "incrível loucura da engenharia" que na sua época "não foi levada tão a sério como um trabalho de arquitetura, mas se tornou icônica e divertida".

O fundador de um dos mais populares guias de viagens para mochileiros indica uma pequena ilha na Irlanda, Aran Islands, como uma ilha maravilhosa, a poucos passos do tempestuoso Oceano Atlântico. Enquanto o oceanógrafo e ambientalista Jean-Michel Cousteau, um dos mais respeitados ambientalistas do mundo, indica diversos paraísos naturais ao redor do mundo, inspirado principalmente pelo legado do seu pai, Jacques Cousteau. Entre eles, Bora Bora, na Polinésia Francesa.

Confira todos os locais indicados pelas mais de 20 personalidades escolhidas pelo Google no endereço www.google.com/help/maps/favoriteplaces.

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Na era do smartphone, Nokia batalha para recuperar mercado

Nokia anunciou na semana passada o fechamento de diversas lojas, entre elas a de Nova York

Nokia anunciou na semana passada o fechamento de diversas lojas, entre elas a de Nova York

Nelson D. Schwartz

Se existe algum lugar no mundo em que ainda seja indelicado exibir um BlackBerry ou um iPhone, é no encontro anual de analistas da Nokia. Porém, no início deste mês, enquanto os executivos da empresa apresentavam os planos para 2010, a mensagem otimista do palco contradizia o comportamento da plateia. Nos fundos do recinto, vários administradores de investimentos distraidamente brincavam com um aparelho da concorrência, normalmente um BlackBerry, mesmo enquanto slides de PowerPoint promoviam as últimas ofertas da Nokia.

"Que bobagem", sussurrou Francois Meunier, analista da Cazenove, de Londres, enquanto tentava chamar a atenção de um dos auxiliares que estavam entregando os microfones na sessão de perguntas e respostas. Finalmente chegou a vez de Meunier, mas, antes de realmente fazer a pergunta, ele não resistiu em declarar publicamente o que ficou resmungando a tarde inteira. "Não acho que tenha alguém aqui nesta sala que espere uma melhora de receita no ano que vem", disse aos executivos reunidos, antes de perguntar se o dividendo de 4% da Nokia era sustentável.

O comentário pessimista de Meunier a respeito das perspectivas para 2010 da outrora poderosa fabricante de celulares surge após um 2009 igualmente sombrio, ano que a companhia gostaria de esquecer o quanto antes. Apesar da Nokia, sediada em Espoo, nas proximidades de Helsinki, ainda comandar 37% do mercado mundial de portáteis, ela enfrenta uma concorrência contundente no lucrativo segmento superior do setor, onde o iPhone da Apple e o BlackBerry da Research in Motion aproveitaram a capacidade descolada dos smartphones de navegar na web e trocar e-mails.

"Toda a experiência de usuário é um pesadelo", lamenta Nick Jones, analista sênior da Gartner, que acompanha o setor de tecnologia. "Não é em nenhum sentido uma experiência que possa concorrer com o iPhone". Olli-Pekka Kallasvuo, o taciturno chefe-executivo da companhia, admite que o clima está ruim, especialmente em Wall Street. "Não estamos tendo o benefício da dúvida", disse em entrevista no dia seguinte ao encontro com os analistas. "Precisamos mudar isso".

Os problemas da Nokia são especialmente graves na América do Norte, onde sua influência sobre os smartphones equivale a míseros 3,9%, em comparação a 51% da Research in Motion e 29,5% da Apple, de acordo com a Gartner. Em 10 de dezembro, como se ressaltando seus problemas nos Estados Unidos, a Nokia anunciou que fecharia suas principais lojas em Nova York e Chicago.

"Tomamos decisões erradas no mercado americano", afirma Kai Oistamo, vice-presidente-executivo para aparelhos. Por exemplo, a Nokia foi lenta na transição para os celulares com flips, insistindo em modelos "monoblocos" mesmo enquanto consumidores os abandonavam. E quando a Nokia passou a oferecer a tecnologia touchscreen em 2004 - três anos antes do lançamento do iPhone -, os modelos da Apple rapidamente fizeram os produtos concorrentes da Nokia parecerem enfadonhos. A maioria dos celulares touchscreen da Nokia não tem a possibilidade de transformar a tela com o toque de um dedo, um dos fatores que fazem o iPhone parecer tão mais inteligente.

Até recentemente, segundo tanto executivos da Nokia quanto especialistas do setor, a companhia não queria produzir telefones desenvolvidos especificamente para a preferência do consumidor americano e resistia aos pedidos de grandes operadoras para disponibilizar celulares orientados para sua marca e especificações individuais. "O mercado nos Estados Unidos sempre foi dominado pelas operadoras, então elas dão as cartas", diz Carolina Milanesi, da Garner. "E a Nokia teve um relacionamento difícil com as operadoras".

A Nokia também teve problemas com seu ponto fraco tradicional: celulares com CDMA, a tecnologia sem fio disponibilizada por Sprint e Verizon Wireless e usada por aproximadamente 50% dos consumidores americanos. (A atual linha de produtos da Sprint não inclui nenhum modelo Nokia.) Ao invés disso, a Nokia se focou em celulares GSM para a AT&T e a T-Mobile. No entanto, o acordo exclusivo entre AT&T e Apple prejudicou a Nokia no segmento superior do mercado de smartphones. E apesar de vender muitos smartphones em outras partes do mundo, sua participação global nesse mercado caiu de 42,3% no ano passado para 39,3%. Mesmo na base principal da Nokia na Europa, o iPhone ganha popularidade rapidamente. A Nokia finalmente está respondendo - seu ágil E72, semelhante a um BlackBerry, apareceu na última quinta-feira nos Estados Unidos -, mas enfrenta grandes ameaças em outros segmentos.

A Google está oferecendo o Android, um rival para o próprio sistema operacional da Nokia e adotado por concorrentes como HTC, Motorola e Dell, enquanto fabricantes asiáticos aumentam a pressão oferecendo portáteis baratos nas economias emergentes em que a Nokia sempre desfrutou de liderança folgada. Enquanto isso, Apple e Nokia travam uma batalha legal sobre patentes. "A Nokia está enfrentando concorrência de todos os lados", diz Sherief Bakr, analista do Citigroup. "No segmento superior, da Apple; no intermediário, da Research in Motion; e no inferior, de coreanos e chineses". Como um todo, é o bastante para deixar o clima tão sombrio quanto um dia de dezembro em Helsinki, onde o sol luta para atravessar o horizonte às 9h e a noite cai às 16h.

Outrora a queridinha do mercado acionário, as ações da Nokia caíram 20% desde setembro, mesmo enquanto o mercado mais amplo se animava. Em outubro, a empresa anunciou seu primeiro prejuízo trimestral em mais de uma década, depois de uma redução de US$ 1,3 bilhão em seu setor de equipamentos. Na Finlândia, os problemas da Nokia são sentidos de forma especialmente pungente. A Nokia corresponde a 25% da capitalização do mercado de ações de Helsinki e a um terço de todo gasto com pesquisa e desenvolvimento da Finlândia, de acordo com Jyrki Ali-Yrkko, do Instituto de Pesquisa da Economia Finlandesa.

Mais profundo que os números, porém, foram os danos à imagem da Nokia como uma fonte de orgulho no país historicamente conhecido por exportar madeira e papel, não alta tecnologia. As origens da Nokia remetem a 1865, e até a década de 1980 seus produtos incluíam não só cabeamento e equipamento de telecomunicações, mas também botas de borracha e papel higiênico. Mas no início da década de 1990, os vários negócios se dividiram em favor do setor crescente de celulares. Em meados dos anos 1990, os lucros fluíam sob a gestão de Jorma Ollila, seu ex-chefe-executivo e atual presidente.

A Nokia rapidamente se tornou uma das raras histórias de sucesso tecnológico da Europa, uma exceção em uma indústria dominada por gigantes americanos e japoneses. E num país nórdico tradicional e social-democrata onde ostentações de riqueza não são bem vistas, centenas de funcionários de longa data se tornaram milionários da Nokia, conta Ali-Yrkko. "A Nokia tem sido a nau capitânia da Finlândia em termos de uma companhia de sucesso em escala global", diz ele. "Mas aquele senso de glória que tínhamos desapareceu, ou pelo menos diminuiu".

Os problemas chegaram até os cofres nacionais do país. Em 2007, a Nokia pagava 18% do total de impostos corporativos da Finlândia, mas isso caiu para 9% no ano passado e deve cair ainda mais em 2009. O governo finlandês talvez precise aumentar sua dívida para compensar a queda, alerta Ali-Yrkko.

Formado em direito, o CEO Kallasvuo é um líder muito mais cauteloso do que seu predecessor, o carismático Ollila, que alguns finlandeses pensavam que entraria na política depois de deixar o cargo de chefe-executivo em 2006. Às vezes, Kallasvuo parece inquieto quando pressionado a expressar sua visão para o futuro da Nokia, e seguidas frustrações de ganhos fizeram analistas se perguntarem se seu estilo austero é do que a empresa precisa em um novo ciclo de concorrência. "O mercado acredita que essa é uma administração que não consegue e não vai agir", diz Bakr. "Existe um grande número de investidores que não estão convencidos de que Kallasvuo seja o homem que pode fazer essa transição e competir com iguais como Steve Jobs".

Apesar do pessimismo externo, Kallasvuo insiste que os ânimos ainda são otimistas dentro da companhia. "Competição não é uma coisa nova; fomos atacados por muitos outros antes", diz ele. E embora o desempenho do último trimestre tenha sido "difícil para mim e para o diretor financeiro, não foi um momento difícil para um animado engenheiro da Nokia que quer mudar o mundo". Se Olli-Pekka Kallasvuo parece ter saído de um filme de Ingmar Bergman, então o carisma e os traços de Anssi Vanjoki lembram um Michael Douglas. Um veterano com 18 anos na Nokia, ele é o vice-presidente-executivo para mercados e também um tipo que se destaca da cultura geek da empresa. Em um país onde multas por velocidade são diretamente relacionadas à renda em escala decrescente, ele conseguiu uma multa de 116 mil euros (US$ 170 mil) correndo com sua motocicleta por Helsinki, embora tenha conseguido negociar uma redução desse valor.

Muito mais energético que Kallasvuo, ele não quer admitir que a Nokia perdeu sua vantagem competitiva. "Não perdemos nossa capacidade de inovar, não perdemos nossa capacidade de entender de verdade o consumidor e criar soluções intuitivas para ele", afirma Vanjoki. De fato, apesar de toda nova concorrência nos smartphones, a Nokia continua dominando os celulares convencionais, vendendo quase 15 telefones por segundo no mundo, de acordo com a empresa, inclusive o Nokia 1201, um modelo básico que é sucesso de vendas. Para 2010, os analistas preveem uma receita de US$ 60 bilhões, com lucros esperados de US$ 3,5 bilhões, enquanto o mercado de celulares cresce 10%. E apesar de sua participação de mercado ser minúscula na América do Norte, a empresa comanda colossais 62,3% no mercado do Oriente Médio e África, assim como 48,5% no Leste Europeu e 41,8% na Ásia. "Somos o gigante consolidado da arena portátil", alardeia Vanjoki.

Além disso, a Nokia já fez reduções antes. Vanjoki cita crises em 1998 (o advento de celulares menores), 2001 (o estouro da bolha tecnológica) e 2004 (a súbita popularidade dos celulares com flip). "Sempre atingimos pontos onde a tecnologia não avançou mais e precisou ser reconfigurada". Então por que a Nokia não se move mais rápido para conter a Apple e a Research in Motion nos smartphones? "Não agimos porque estamos visando a uma comunidade mais geek", diz. "A Apple é feita para o homem comum. É mais para o homem das ruas do que para os geeks tecnológicos. Mas também entendemos o homem comum".

Os próximos 12 meses vão mostrar se a confiança de Vanjoki é fundamentada, e para os acionistas é bom que ele esteja certo, já que os smartphones são onde o crescimento está. Até 2013, a Gartner prevê que as vendas de smartphones correspondam a 82,5% do negócio de telefones celulares da Europa Ocidental, 58% da América do Norte e 18,2% da Ásia. No terceiro trimestre, a Nokia gerou no mundo US$ 5,6 bilhões em vendas de celulares convencionais e US$ 4,6 bilhões em smartphones.

Os executivos da Nokia dizem que novos produtos como o N900, que é tanto um computador portátil quanto um telefone, ou o N97 Mini, que combina tecnologia touchscreen e teclado, vão recuperar o agito da Apple e do BlackBerry ao atrair 1,1 bilhão de consumidores para a empresa. Além disso, há o X6, lançado este mês, que inclui o plano Comes With Music, que permite que usuários escolham entre milhões de músicas disponíveis para download gratuito na Music Store da Nokia.

Outro desdobramento crucial em 2010, segundo Kallasvuo, será um maior impulso sobre o mercado norte-americano, enquanto a Nokia se aproxima de operadoras e oferece mais smartphones. "Não investimos o bastante lá", diz ele. "É uma necessidade para nós". Embora ainda seja segredo, os executivos da Nokia também prometem um smartphone para o ano seguinte que vai atualizar seu envelhecido sistema operacional Symbian, combinando o frescor do touchscreen do iPhone com a solução para e-mails do BlackBerry. "Pretendemos dar trabalho à R.I.M.", afirma Kallasvuo.

E embora as lojas Nokia nos Estados Unidos estejam fechando, a gigante finlandesa ainda tentará competir diretamente com a Apple na internet, abrindo a Ovi ("porta" em finlandês) em maio para concorrer com a extremamente bem-sucedida App Store da Apple. Mais adiante, os engenheiros da Nokia prometem novos recursos engenhosos como a possibilidade de simplesmente apontar o aparelho em direção a um amigo para se conectar à página do Facebook da pessoa. Apesar de todos os erros da Nokia, Bakr, do Citigroup, afirma que a empresa pode se recuperar. "Estando em Londres ou Nova York, você não leva em consideração a dinâmica da imensa participação de mercado da Nokia, principalmente nas economias emergentes", diz. "Acho que eles sabem onde erraram e o que precisam fazer para consertar. Basta saber se eles conseguem agir em tempo".

Tradução: Amy Traduções

The New York Times

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Transforme imagem reais em miniaturas automaticamente

Miniatura do Maracanã, no Rio de Janeiro, obtida com efeito tilt-shift

Miniatura do Maracanã, no Rio de Janeiro, obtida com efeito tilt-shift

O estilo de fotografia conhecido tilt-shift (ou tilt and shift) apresenta fotografias de objetos ou cenários reais que, após sua aplicação, tornam-se semelhantes a miniaturas e maquetes. A primeira lente desenvolvida especialmente o efeito foi a Canon TS35mm f/2.8 S.S.C em 1973. Utilizado até em comerciais de banco, o tilt-shift agora começa a ganhar espaço na internet.

stão sendo desenvolvidos sites que permitem a criação instantânea do efeito, para que o usuário não precise de nenhuma técnica de fotografia ou de Photoshop para utilizá-lo.

É o que oferece o site TiltShiftMaker (http://tiltshiftmaker.com/), que garante o efeito em apenas três passos simples: realizar o upload da foto (da internet ou do próprio computador), selecionar a área em foco e, em seguida, realizar o preview do resultado.

A ferramenta oferece também algumas opções para o ajuste do foco, para usuários mais preocupados com os detalhes da foto.

Além do TiltShiftMaker, existe também o TiltShift Generator (http://labs.artandmobile.com/tiltshift/), um pouco mais complexo, mas ainda bastante simples, com a possibilidade de alteração de foco, brilho, contraste, entre outros elementos da fotografia, com a possibilidade de visualização simultânea das alterações. O Generator já está disponível também em um aplicativo para o iPhone, encontrado gratuitamente no site Ars & Mobile (http://artandmobile.com/tiltshift/).

Para aqueles que preferem utilizar o Photoshop na hora do preparo do tilt-shift, o site Tutoriais Photoshop (acessível pelo atalho http://tinyurl.com/cchby6) ensina detalhadamente (e com imagens) as técnicas básicas para sua realização.

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Quase metade dos usuários de celular não tem telefone fixo em casa

Cerca de 86 milhões de pessoas têm aparelhos portáteis no país.
Enquanto população cresceu 5,4%, número de usuários cresceu 54,9%.

Cerca de 86 milhões de pessoas, ou 53,8% da população brasileira com dez anos ou mais, tinha telefone celular para uso pessoal em 2008. Desse total, 38,6 milhões (44,7%) não tinham telefone fixo no domicílio em que moravam. O percentual de brasileiros sem o aparelho convencional era decrescente de acordo com o rendimento mensal domiciliar per capta.

As informações fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008 sobre acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal, divulgada nesta sexta-feira (11).

Em 2005, o percentual de brasileiros que tinham telefones móveis era de 36,6%, correspondendo a 56 milhões de pessoas. “De 2005 para 2008, enquanto a população de dez anos ou mais cresceu 5,4%, o contingente daqueles que possuíam celular teve aumento de 54,9%”, compara a Pnad.

A diferença entre homens e mulheres com posse do aparelho era pequena: 54% e 53,6%, respectivamente. Essa ordem se inverteu na população com menos de 30 anos de idade: 28,8% das mulheres, contra 25,7% dos homens.

Escolaridade e renda
O estudo indica que a posse de celular estava diretamente relacionada ao nível de escolaridade e ao rendimento dos usuários. Aqueles que tinham o aparelho apresentavam nível médio de anos de estudo (9,2) superior ao dos que não tinham (5,2), e o percentual dos que tinham os portáteis aumentava de acordo com a faixa de rendimento.


Em 2008, o rendimento médio domiciliar per capta registrado entre aqueles que não possuíam os aparelhos correspondia a 44,9% do rendimento daqueles que tinham celular. Em 2005, essa proporção era 38,7%.

O percentual de brasileiros do grupo dos ocupados que tinham celular para uso pessoal em 2008 chegou a 63,6%, enquanto o valor fica em 40,6% entre os não ocupados. Em 2005, essas porcentagens eram de 44,3% e 26,5%, respectivamente.

A região Centro-Oeste teve o maior percentual de usuários de celular (64,5%), com destaque para o Distrito Federal (75,6%). Norte (45,4%) e Nordeste (41,2%) tinham os menores percentuais. No Sul, onde 62,8% tinham celular, o Rio Grande do Sul apareceu na liderança (67,7%), enquanto no Sudeste (58,6% com celular), o Rio de Janeiro teve o maior percentual (61,7%).
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Netbooks de R$399 chegam ao mercado brasileiro

Apesar das configurações pouco potentes, os aparelhos suportam bem atividades simples de navegação

Chega ao Brasil o Mini Netbook EYO 7.0, aparelho considerado um dos laptops mais baratos do mercado. No país, o valor anunciado é de R$399, no entanto, as configurações são equivalentes ao preço. O EYO tem apenas 64 MB de RAM, 2GB de espaço em disco, tela de 7" e o processador roda a 240 MHz.

O sistema operacional utilizado é o Windows CE 5.0, e não é compatível com os aplicativos convencionais de uso corriqueiro das plataformas da Microsoft. O Office 2007, por exemplo, só é capaz de rodar no aparelho na versão pocket para smartphones. O netbook não suporta navegadores como o Firefox ou serviços como o Thunderbird.

Ainda que não seja muito potente, é possível que o EYO encontre rápido o seu espaço no mercado devido ao baixo preço e a capacidade de realizar tarefas simples de uso da rede, que acabam por ser suficiente para boa parte da população.



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Levar PC de casa para trabalho é nova tendência, diz Gartner

O número de pessoas que utilizam computador próprio no ambiente de trabalho está em alta, de acordo com pesquisa publicada pela Gartner. Segundo o estudo, as empresas estão permitindo que seus funcionários escolham o melhor computador para suas necessidades, em vez de impor o uso de máquinas padrão, escolhidas pela companhia.

Os computadores pessoais começaram a aparecer nas empresas como uma forma de contenção de custos, quando os funcionários foram encorajados a utilizar seus próprios computadores durante o expediente, de acordo com o site The Inquirer. "No atual clima de contenção de custos, grandes empresas estão explorando todas as possibilidades oferecidas por arquiteturas e soluções de computação mais alternativas, que incluam o uso de computadores dos próprios funcionários", disse Annete Jump, diretora de pesquisas da Gartner.

A contrapártida para os funcionários é, além de operar uma máquina mais a seu gosto, uma maior liberdade sobre o uso da rede da empresa e de software.

Entretanto, há resistência por parte de algumas empresas, devido aos riscos de segurança causados pela inserção de computadores pessoais no ambiente empresarial, além dos custos gerados ao fazer com que os departamentos de TI tenham que dar suporte a um grande e diverso número de softwares e hardwares, conforme informações do blog Digits, no The Wall Street Journal.

Por causa disso, cerca de metade das empresas que fizeram parte da pesquisa da Gartner preferem proibir o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho. Mesmo assim, a tendência é que os computadores pessoais estejam cada vez mais presentes dentro das empresas, principalmente no setor de telecomunicações, tido como mais liberal.

Para garantir a segurança no ambiente de trabalho e possibilitar o uso de computadores pessoais, a Gartner sugere que as companhias tenham planos de gerenciamento de seus dispositivos. Segundo o site IT Business Edge, o uso dois sistemas operacionais ou a virtualização de programas de rotina, que podem ser executados em ambientes seguros, pode ajudar a criar uma diferenciação entre as tarefas pessoais e profissionais do funcionário.

Segundo a Gartner, essas medidas podem ter um custo elevado para as empresas, mas este "é mais do que compensado pela maior satisfação do funcionário e o seu potencial aumento de produtividade" em computadores próprios.

O relatório da pesquisa realizada pela Gartner pode ser conferido no atalho bit.lyGartnerReport.

Geek

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Vostro V13: o novo ultrafino e ultraportátil de U$ 450 da Dell

Não há um caminhão de detalhes ainda sobre o Vostro V13, além do fato dele ser um ultraportátil ultrafino e ultraleve, com uma etiqueta de preço onde se lê U$ 450 e se pensa "ei, até que não é tão caro". O resto que se sabe é o seguinte:

- Tela: 13 polegadas
- Peso: 1.6kg
- Espessura: 17 milímetros
- Processador Core 2 de baixíssima voltagem
- 4GB de RAM DDR3
- Bluetooth e Wi-Fi padrão n
- Webcam e Microfone integrados