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Pirataria explícita: empresa vende MacBook Air de US$ 280 e iPhone gigante

E a fabricante chinesa Teso não para por aqui: também terá uma cópia do iPad, mas com sistema operacional Android


Shenzen, na China, é famosa por sua capacidade de produzir produtos copiados/pirateados. E uma de suas representantes, a fabricante de eletrônicos Teso, leva esse espírito de “clonagem” muito a sério. Tanto que se especializou em copiar a Apple. E sem a menor cerimônia. Realizou até um evento para exibir suas “criações”.

A empresa já oferece uma versão pirata do MacBook Air (com direito a logo da maçã na tampa e mesmo nome para o modelo, apesar de ser branco), mas que roda o sistema operacional Windows XP.

empresa também está desenvolvendo uma espécie de “iPhone de Itu”, um dispositivo idêntico (fisicamente falando, claro) ao celular da Apple, mas que é beeeem maior (tem tela de 10 polegadas). Na verdade, ele não é um celular, mas sim um tablet, com chip Atom, da Intel.

E, logicamente, uma cópia do iPad já está a caminho. Porém, a versão chinesa não utilizará o iPhone OS, mas sistema operacional Android, do Google. “Se você vai copiar algo, então copie os modelos mais caros e os mais populares”, ensina o porta-voz da empresa, que se identifica como Wu.

A cada mês, a Teso vende mais de 5 mil unidades de seu MacBook Air pirata, cotado a 280 dólares a unidade (um autêntico custa 1.500 dólares nos EUA) afirma Wu, que lamenta não poder oferecer seus aparelhos no mercado norte-americano.

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MacBook pirata: com Windows XP e chip Atom

No evento, a empresa mostrou um mock-up (equipamento que não funciona, apenas para exibição) de seu “iPhone gigante”, mas afirma que o produto estará disponível até o final de abril por 440 dólares (caro, para um tablet chinês).

Seu outro tablet, que vai pegar carona no iPad, pretende reproduzir o visual do equipamento da Apple. Ele chega às lojas até julho e custará 175 dólares, cheio de softwares “grátis”, claro.

Os equipamentos falsificados são vendidos por toda a China, em mercados caóticos de eletrônicos, ao lado de versões legítimas (mas contrabandeadas) de iPhones e aparelhos de outros fabricantes, como a HTC. Para completar, também há os clones, equipamentos quase iguais no visual, mas que mudam um ou outro detalhe. Por dentro, a configuração é bem diferente, claro.

Muitos desses equipamentos são vendidos também no Brasil, em ruas e galerias como as da Santa Ifigênia, em São Paulo. Confira o teste feito por Macworld Brasil com um aparelho pirata vendido no País, o iPhone Mini.

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O "iPhone gigante": tablet com tela de 10 polegadas


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Remodelado, site do Banco Real desperta discussão sobre segurança

O sistema agora pede que a senha do teclado virtual seja inserida também por meio do teclado físico para completar uma transação.

Uma atualização recente no sistema de Internet Banking do Banco Real traz à tona a discussão sobre os mecanismos de defesa contra ações de usuários mal intencionados. O sistema agora pede que a senha do teclado virtual seja inserida também por meio do teclado físico para completar uma transação - antes, o correntista usava apenas o teclado virtual.

Um especialista de segurança, que preferiu não se identificar, afirmou ao IDG Now! que a mudança poderia representar uma regressão, ou seja, uma maior exposição dos dados.

Para compreender o impacto que essa mudança provoca na segurança da plataforma, é preciso primeiro entender como funcionava a versão antiga e quais são as mudanças no novo sistema.

O Real Internet Banking conta com várias medidas para tornar o sistema seguro. Em primeiro lugar, só é possível acessar a plataforma com o Módulo de Proteção, um complemento (add-on) para o navegador que combate a execução de programas maliciosos no computador no momento do uso.

Depois disso, o acesso é feito por meio da digitação da senha de internet em um teclado virtual. A partir daí, é possível fazer consultas, mas transações só serão possíveis se o computador tiver sido previamente cadastrado no banco, algo que requer ligar para o atendimento e comprovar dados do titular.

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A mudança surge na hora de concluir uma transação. Antes, o usuário só precisava fazer uma autenticação do tipo token com a Tabela de Senhas: o sistema pede uma combinação da tabela que fica sob posse do usuário. Agora, também é pedida a senha de internet – previamente digitada por meio do teclado virtual.

Com a atualização no sistema, a senha de internet – que originalmente era digitada apenas no teclado virtual – precisa ser inserida novamente para completar a transação, por meio do próprio teclado físico.

Este novo requerimento difere do propósito do teclado virtual, ferramenta criada para aumentar a proteção contra programas espiões – conhecidos como keyloggers.

Consultado sobre o caso, o Grupo Santander, responsável pela assessoria do Banco Real, afirmou que a segurança do Real Internet Banking é garantida por todos os mecanismos (citados anteriormente) e que, “neste cenário, não há diferença, em termos de segurança, entre o uso do teclado virtual e do teclado físico.”

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Internet Explorer 9 não vai rodar em Windows XP

O navegador IE 9 não é compatível com o windows XP, só funciona em máquinas a partir do Windows Vista SP2. Lançado em 2001, o sistema operacional tinha mais de 400 milhões de cópias em uso em 2006. A incompatibilidade do IE 9 com o Windows XP pode gerar sérios prejuízos para a Microsoft.

De acordo com o site ZDNet, a Microsoft lançou a prévia do Internet Explorer 9 para download no site www.IETestDrive.com.. Como a versão é para desenvolvedores, não possui interface de usuário completa.

A Microsoft está planejando oferecer mais prévias do IE 9 antes que vá para beta. Na verdade, a equipe se compromete em oferecer uma atualização a cada oito semanas, e interagir com os desenvolvedores através do feedback do Microsoft Connect.

Representantes da Microsoft não quiseram dizer quando ficará pronta a primeira versão beta do IE 9 ou fornecer qualquer tipo informação sobre data de lançamento para a versão final.

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Microsoft ficará na China apesar de problemas do Google

A Microsoft vai manter sua estratégia de desenvolvimento para o mercado de buscas de Internet na China, não importa como venha a terminar a polêmica entre o Google e Pequim.

A Microsoft manteve relativa discrição na China desde que o Google anunciou que pode deixar o país devido a problemas de censura e depois de afirmar ter sofrido um ataque contra seus sistemas que, acredita a empresa, teve origem na China.

O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, havia declarado anteriormente que sua empresa não tinha planos para sair da China, indicando ser improvável que ela acompanhasse o exemplo do Google na contestação ao sistema chinês que força empresas de Internet a praticar autocensura em seus sites com relação a assuntos delicados.

"Não importa que o Google fique ou não, nós promoveremos agressivamente nossos produtos de busca de computação em nuvem (na China)", disse Zhang Yaqin, presidente do grupo de pesquisa e desenvolvimento da Microsoft na região Ásia-Pacífico, em entrevista à Reuters na sexta-feira, durante a sessão de abertura do Congresso Nacional do Povo, o legislativo chinês, em Pequim.

A China está conversando com o Google para resolver a disputa, disse o ministro Li Yizhong, do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT), durante a sessão.

Uma porta-voz do Google se recusou a confirmar ou negar que houvesse discussões em curso.

"Não vamos comentar sobre quaisquer discussões com o governo chinês", afirmou ela.

O Google lançou versão em chinês de seu site em 2006 e cumpre as leis locais que requerem censura de determinadas formas de conteúdo, tais como pornografia e assuntos sensíveis, a exemplo do movimento espiritual Falun Gong, que foi banido por Pequim, e da independência do Tibete.

A Microsoft e concorrentes locais como a Baidu, líder do setor chinês de buscas, e Sohu, devem cumprir as mesmas leis. O Google detém cerca de 31,3 por cento do mercado chinês de buscas, ante 63,9 por cento para a Baidu, de acordo com a Analysis Internacional.

Reuters

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Google diz que PCs serão irrelevantes em apenas três anos

Em três anos os computadores desktop perderão a supremacia para os notebooks e smartphones como os principais computadores dos usuários, prevê o chefe do Google na Europa, John Herlihy.

Em uma palestra numa conferência em Dublin, Irlanda, ele disse que a tecnologia em nuvem muito em breve permitirá que smatphones possam rodar aplicativos mais complexos de maneira mais rápida, se tornando a principal fonte de pesquisas.

"Em três anos os desktops serão irrelevantes. No Japão, a maior parte das pesquisas é feita hoje em dia em smartphones, não em PCs", disse Herhily, segundo o site Silicon Republic, ecoando declarações recentes do executivo-chefe do Google, Eric Schmidt.

"Celulares fazem a informação do mundo universalmente acessível", ele disse ainda. "Como há muita informação e é difíl filtrá-la, a busca irá se tornar mais e mais importante".

Herhily admitiu, no entanto, que a nova revolução nos computadores é uma ameaça para o Google. A qualquer momento uma nov a tecnologia ou serviço poderá tornar desnecessário o gigante das buscas como ocorreu com o próprio Google em relaçãop a seus concorrentes a partir de 1998. "Há uma tremenda oportunidade para empreendedores acabarem com a necessidade pelo Google. É nosso desaf eio não deixar isso acontecer e continuar a liderar a inovação e o valor".

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Primeira TV 3D chega ao Brasil em abril, diz LG

Quatro séries de TVs chegarão ao Brasil ao longo do ano

Quatro séries de TVs chegarão ao Brasil ao longo do ano




A LG anunciou nesta terça-feira sua linha de produtos para 2010, que inclui os primeiros televisores 3D a chegarem ao mercado brasileiro. Serão quatro séries de produtos, duas com lançamento previsto para abril e outras duas para o segundo semestre.

Os primeiros modelos serão da série LX9500 (telas de 55 e 47 polegadas) e LX6500 (telas de 42, 47 e 55 polegadas). Para o segundo semestre, estão previstas as séries LEX9 (72 e 60 polegadas) e LEX8 (55 e 47 polegadas). Os televisores 3D serão Full HD (1080p) e têm frequência de 480 Hz, que melhora o contraste e nitidez das cenas.

Além das telas 3D, a LG apresentou novos modelos com tecnologia LED que serão lançados a partir de abril, mantendo o design ultrafino nos aparelhos. Os dois primeiros modelos são da série LX9500, com telas de 55 e 47 polegadas. Em maio, chega a série LE8500, com tela de 42″, e no segundo semestre, as séries LEX9 (72″ e 60″) e LEX8 (55″ e 47″), que também têm recursos 3D. Os modelos LEX8 fazem parte da linha Infinita Live Borderless, um modelo com apenas de 0,69 cm que conta com um controle remoto sensível a movimentos.

A linha de TVs da LG, composta de 33 modelos para 2010, conta com o sistema Wireless AV Ready, que usa tecnologia sem fios para transmitir áudio e vídeo entre a TV e outros dispositivos, facilitando a instalação e liberando o ambiente de fios. O preço das TVs não foi divulgado pela fabricante coreana.

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Um quinto dos britânicos não desliga smartphones nas folgas

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Daily Telegraph
aponta que um quinto dos britânicos não desliga seus aparelhos mesmo nos finais de semana. Um quarto - pouco mais de 24%¨- afirma que se sente estressado por estar sempre acessível a seus chefes.

Milhões de britânicos - e provavelmente moradores de outros países também - acham impossível desligar seus smartphones mesmo se não estão no trabalho.

Depois do surgimento dos smartphones - praticamente computadores pessoais - o fenômeno se aprofundou em comparação ao uso de celulares, que já haviam estabelecido uma nova relação entre trabalhadores e seus empregos.

Homens, mais do que mulheres, têm maior dificuldade. Apenas um terço deles disseram desligar os celulares e se manter afastados do trabalho nas horas de folga. Metade das mulheres, no entanto, consegue se desligar do trabalho quando não estão em seus empregos.

Mas mesmo entre aqueles que conseguem descansar, 22% afirmaram que não resistem a olhar seus e-mails de trabalho no final de semana.

A pesquisa, segundo o jornal, foi feita pelo programa Nectar Business, que ouviu cerca de mil trabalhadores para mostrar o impacto da tecnologia em sua vida pessoal.

Em torno de 66% disseram acreditar que celulares ajudam a trabalhar mais rapidamente e com eficiência enquanto 71% acham que e-mails são a melhor maneira de contactar colegas. O estudo também descobriu a força do fenômeno dos "colegas virtuais". Setenta e nove por cento dos entrevistas admitiram que só conheceram pessoalmente pelo menos metade das pessoas com quem trabalham.

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Primeiro e-reader brasileiro chega ao mercado em junho

O Brasil finalmente terá uma versão de leitor eletrônico de livros.

Com tela de 6 polegadas e 400 gramas de peso, o brasileiro, o Mix Leitord, da Mix Tecnologia, será lançado em junho. O aparelho tem capacidade para arquivar cerca de 1,5 mil livros em versão digital e possui bateria que permite mais de 8 mil trocas de páginas. O preço ficará entre R$ 650 e R$ 1,1 mil.

O Mix Leitor-d tem dicionário, tradutor, agenda, calendário e outras ferramentas. Se usado por um estudante, será possível o acesso a informações sobre instituição como notas, boletins, diários de presenças, compromissos, horários de aulas e provas.