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Dez coisas que o Google Maps faz por você

O Google Maps oferece vários serviços úteis que são pouco  conhecidos

O Google Maps oferece vários serviços úteis que são pouco conhecidos




O Google Maps é muito mais que um lugar para checar suas rotas e trajetos. O site recheado de informações oferece várias ferramentas úteis para viajantes, nerds, ciclistas e outros. Vamos mergulhar nessa ferramenta geográfica e apresentar alguns utilitários muito bons, porém pouco conhecidos.


10. Use endereços estrelados


É um pouco sutil, mas clicar no ícone de estrela perto da lista de locais no Google Maps economiza um bom tempo. Nos celulares Android, BlackBerry, Windows Mobile - e iPhones, em um futuro próximo - você poderá sacar os "Itens Estrelados" quando procurar endereços por onde passa. É muito mais rápido que digitar com os polegares e, se você está montando uma lista temporária de lugares a visitar, os itens estrelados podem servir como uma checklist.


9. O marcador "Meu local"


É fácil se perder na navegação multidirecional e no zoom. Mas clique naquele pequeno botão usando o Firefox ou Google Chrome e, através da magia da navegação ciente de localização, o Google Maps usará os dados de Wi-Fi e IP nos arredores para marcar a localização aproximada de onde você está. É conveniente quando você estiver em um lugar desconhecido só com seu péssimo senso de direção.


8. Crie itinerários de caminhadas


Quer passear por uma cidade sem precisar sacar seu smartphone ou um mapa enorme a cada novo cruzamento? O Google City Tours reune um itinerário com localizações simples e formatado para impressão resumida. A ferramenta tem o recurso Google de saber o que você quer mesmo digitando o termo mais vago possível, mas você também pode mover seus marcadores de destino para qualquer endereço específico. Ainda é um economizador de papel: um mapa e indicadores de direção evitam dez impressões.


7. Ajuste fino, ou indique um erro


O Maps não faz tudo direito o tempo todo. Se o programa mostrar um indicador fora do ponto real, um número errado ou um site desativado, é possível arrumar por conta própria. Clique no marcador para ter o endereço, depois clique em "Mais" e selecione "Editar Detalhes". Não funcionará em estabelecimentos comerciais que solicitaram sua listagem pelo Local Business Center, e há limites no que você pode alterar, mas se você conhece um marcador que está somente errado, é uma solução para isso. Você pode simplesmente reportar o erro se estiver impedido de editar a informação equivocada.


6. Faça o mapa de uma grande rota ciclística (só nos EUA, por enquanto)


As rotas ciclísticas do Google Maps fazem mais que estimar quanto tempo levaria um carro muito lento para ir de um ponto a outro. O Google considera o tráfego, claro, mas também ladeiras, rotas que passam por áreas marcadas como apropriadas para o ciclismo, ciclovias e outras informações relacionadas às bikes. Rotas ciclísticas que normalmente não seriam mostradas na busca de trajetos por carros também aparecem no mapa usando a cor verde. A ferramenta é a melhor amiga do ciclista em uma nova região ou para quem procura variar seu trajeto.


5. Obtenha coordenadas de latitude e longitude em tempo real


Se você procura o fenômeno do geocaching, ou precisa de coordenadas GPS para aplicativos online ou qualquer outro uso, o Google Maps providencia, mas não como recurso padrão. Clique no ícone da garrafinha verde do Google Labs no canto superior direito do Maps e então habilite o LatLng Tooltip para ver as coordenadas de onde seu cursor estiver, ou o LatLng Marker se quiser marcar uma coordenada. Não gostaria de ter nada experimental rodando? Tente este bookmarklet que mostra as coordenadas do que estiver centralizado em seu Google Maps.


4. Mostre as fotos tiradas nos arredores


Não importa onde você vai, alguém já esteve lá antes e provavelmente tirou uma foto. Então se você quiser ter certeza de que vai reconhecer o destino de sua rota, ou quiser saber qual é a onda de qualquer outro lugar, procure no Maps. Clique no marcador e acesse o Street View e então procure o botão "Fotos" que aparece no canto superior direito da tela do Street View. Enquanto você "caminha", verá diferentes perspectivas tiradas de vários pontos e provavelmente algumas fotos históricas que já foram rotuladas pelo Flickr, Picasa e Panoramio.


3. Encontre lugares perto de qualquer lugar do mapa


Se você está procurando um lugar específico - um nome de rua, um estabelecimento ou outro tipo de marcação - você pode clicar no link "Nesta área, localizar por" para encontrar um café, posto de combustível, bancos ou o que precisar. E se você não quiser adicionar um marcador a um lugar específico, mas sim toda a região? Clique com o botão direito em qualquer lugar no mapa e selecione "O que há aqui?" e o Google criará um marcador baseado em um endereço aproximado ou na exata coordenada GPS. A partir dele você poderá clicar em "Nesta área, localizar por" no painel esquerdo e procurar nos arredores sem se preocupar em ser específico.


2. Obtenha rotas via SMS (nos EUA, Canadá, Japão e China)


É quando você está perdido e fora da área de cobertura da internet móvel que as rotas são realmente úteis. Você pode enviar um SMS, basta digitar GOOGLE com a mensagem formatada como "Directions A to B", substituindo A e B pela identificação do lugar. O Google enviará um SMS resposta com a mesma rota que retornaria no Maps e seus amigos vão dizer que você salvou a viagem.


1. Planilha de endereços em um mapa


Planilhas são a melhor forma de reunir e organizar informações dentro de um padrão. Se você tem uma série de opções para localizar em lugares diferentes, o bem sacado BatchGeo cruza sua planilha com o Google Maps. Basta colar os dados e o BatchGeo padroniza os endereços e cria um mapa personalizado, com seus locais indicados e as informações sobre que você inseriu sobre cada um. É um modo rápido de fazer com que pareça que você teve um trabalhão. Apesar de não ser um recurso do Google Maps, achamos que deveria ser.

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Às vésperas do Dia das Mães, preços do iPhone começam a cair no Brasil

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Descontos não seriam promoções de ocasião, mas uma correção negociada com as operadoras



Às vésperas do Dia das Mães, os preços do iPhone começaram a cair no Brasil, depois de uma reunião da Apple com as operadoras de telefonia celular. Em alguns casos o desconto chega a 40%, anota a Folha de S. Paulo.

Segundo o jornal, não é uma promoção ocasional e sim uma correção negociada. Cabe dizer que a Apple deve anunciar novos iPhones em sua próxima conferência mundial de desenvolvedores, a WWDC 2010, entre os dias 7 e 11 de junho, em São Francisco.

A maior parte das operadoras começou a baixar os preços na sexta-feira, exceto a TIM, que havia feito a correção no começo de abril. A operadora diz que os descontos são de cerca de 10% em São Paulo, inclusive no pré-pago.

De forma geral, os maiores descontos estão sendo concedidos nos planos pós-pagos. Para os pacotes pré-pagos, não houve alterações muito significativas, relata a Folha.

A reportagem cita apenas os preços da Oi. Eles variavam de R$ 1.999 (iPhone 3G de 8GB) a R$ 2.799 (iPhone 3GS de 32GB), e hoje variam de R$ 1.869 a R$ 2.649. A operadora tambem aumentou os créditos na conta dos clientes para R$ 2.100.
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iPhone perdido mostra o lado encrenqueiro da Apple

Protótipo foi encontrado em um bar, e exposto no blog Gizmodo

Protótipo foi encontrado em um bar, e exposto no blog Gizmodo


Os jornalistas estão se preparando para o próximo grande evento da Apple, a Worldwide Developer's Conference, em junho, na qual é bastante provável que lhes seja exibida a próxima geração do iPhone. Mas talvez as filas sejam menores do que costumam, e não apenas porque acabamos de ver o novo modelo por dentro, quando um blog exibiu fotos de um protótipo duas semanas atrás. Também tivemos um feio vislumbre de como a companhia opera.

Depois que o Gizmodo, o blog de engenhocas eletrônicas controlado pela Gawker Media, pagou US$ 5 mil para obter um iPhone de próxima geração que um desafortunado engenheiro da Apple esqueceu em um bar do Vale do Silício, as coisas começaram a ficar feias na terra das engenhocas.

Agentes do xerife do condado de San Mateo, na Califórnia, invadiram o escritório caseiro de um jornalista e confiscaram computadores. A Apple não conduziu a invasão, mas aparentemente apresentou uma queixa ¿ e não solicitando a devolução do aparelho, que voltou às mãos da empresa, mas sim informações.

De acordo com reportagem da revista online Wired, em determinado momento pessoas que se identificaram como representantes da Apple visitaram a casa do homem que aparentemente estava tentando vender o celular, pedindo para revistar o local.

Talvez a lei esteja do lado da Apple e da equipe de combate rápido a crimes de computação, a agência policial californiana que cumpriu o mandado de busca. (A Apple conta com um representante no conselho de supervisão da agência.)

Talvez o Gizmodo tenha participado de um crime de roubo ao pagar US$ 5 mil pelo aparelho e publicar fotos e vídeos mostrando seu interior.

Talvez Jason Chen, o responsável pelo blog Gizmodo que perdeu quatro computadores e dois servidores quando a política revistou seu escritório na semana passada, não conte com a proteção da lei estadual californiana cujo objetivo é impedir que autoridades apreendam o equipamento de trabalho de um jornalista sem mandado específico (o assunto está sendo debatido, e por isso a polícia e os promotores do condado adiaram qualquer investigação do conteúdo das máquinas).

Mas é um número exagerado de suposições, e não importa de que modo os aspectos legais do assunto sejam resolvidos, a impressão que o incidente causa é péssima para a Apple. Qualquer pessoa dotada de um kilobyte de bom senso poderia ter dito a Steve Jobs que os cinco minutos de satisfação propiciados pela apresentação da queixa contra um jornalista seriam seguidos por muito sofrimento.

Os executivos da Apple muitas vezes se comportam como se o controle e custódia definitivos das informações estivesse em suas mãos, e a companhia se esforça ao máximo para proteger seus interesses. Mas apesar de todas as suas espetaculares realizações, a Apple vem exibindo notável surdez quanto ao episódio em questão. Porque a Apple está se tornando uma empresa de mídia e não só de tecnologia, a agressividade ao estilo Vale do Silício que ela costuma exibir está se voltando contra as suas ambições mais amplas.

Para o iPad, a Apple está ansiosa por formar parcerias com fornecedores de conteúdo, mas essa é mais uma área na qual suas decisões parecem provenientes de caprichos e pirraças. A edição de trajes de banho da revista Sports Illustrated? Você pode instalar um aplicativo para isso em seu iPhone. Mas o Dirty Fingers, um aplicativo mostrando uma moça escassamente vestida que limpa a tela do aparelho? Proibido.

Um guia e lista telefônica para os estabelecimentos e organizações da comunidade gay de Nova York e as caricaturas de figuras públicas produzidas por um cineasta conservador também foram rejeitados. E o aplicativo de Michael Wolff, especialista em conquistar a atenção da mídia e desafeto de Jobs? Vetado.

O aplicativo para cartunistas que estavam se divertindo com a história de Tiger Woods foi bloqueado, mas um programa semelhante para desenhos que mostram o presidente dos Estados Unidos pode funcionar. E o aplicativo de cartuns políticos de Mark Fiore havia sido rejeitado mas terminou subitamente aprovado depois que o desenhista ganhou um prêmio Pulitzer.

Vocês estão percebendo o padrão? Eu tampouco. Como consumidor e admirador da inventividade crônica da Apple, tudo isso incomoda.

O iPad, um aparelho lindo para o consumo de conteúdo, se tornou uma espécie de símbolo do hermético reino da Apple. Completamente selado, ele não tem quaisquer portas para inserção de conteúdo e só funciona com conteúdo que precisa ser comprado via Apple.

Ele também permite acesso generalizado à web, desde que o site não use o software Adobe Flash, que Jobs considera deficiente. A ranzinzice quanto ao Flash traz de novo à baila a questão do controle, de desejar domínio sobre todos os aspectos da experiência do consumidor.

Em termos mais amplos, o comportamento exibido pela Apple e suas escolhas quanto ao caso Gizmodo ameaça interromper o idílio entre a empresa e uma imprensa que a idolatra, e que sempre respeitou os esforços frenéticos de preservação de sigilo e contemplou com reverência aquilo que a companhia costumava revelar.

O apego da mídia à Apple sempre foi um caso de amor não correspondido. A companhia não tem relacionamento estreito com muitos jornalistas, e costuma responder a qualquer consulta com um "sem comentário". Ela já abriu, sem sucesso, processos contra blogs que acreditava terem violado seus segredos, e importantes organizações noticiosas como a Wired foram excluídas dos eventos da empresa devido a cobertura considerada como desrespeitosa.

A batida contra o escritório de Chen só agrava as tensões.

"Quando cheguei em casa, encontrei a porta da garagem semiaberta", ele disse em carta postada no Gizmodo. "Quando tentei entrar, agentes policiais saíram e disseram ter um mandado de busca para minha casa e veículos e propriedades 'em meu controle'. Depois, fizeram com que eu colocasse as mãos por trás da cabeça para garantir que eu não tinha armas ou objetos pontiagudos em minha posse".

A Apple tem um admirável histórico de inovação e desempenho no mercado, mas dessa vez a companhia e Jobs estão atraindo atenção pelo motivo errado.

Todo mundo sabe que ele manda. Mas ao usar a força da lei em defesa de seus interesses empresariais, Jobs pode nos levar a pensar de outro modo sobre o crescente domínio cultural da Apple.

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Apple vende 1 milhão de iPads em 1 mês

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A Apple anunciou nesta segunda que vendeu seu iPad de número 1 milhão na última sexta-feira, menos de um mês após seu lançamento.

Segundo a companhia, já existem 5 mil aplicativos feitos especificamente para o iPad, e os usuários do tablet já baixaram 12 milhões de programas da App Store, além de 1,5 milhão de livros da nova iBookstore.

"Um milhão de iPads em 28 dias - é menos que a metade dos 74 dias que levamos para atingir essa marca com o iPhone", disse Steve Jobs, CEO da Apple, em um comunicado.

"A demanda continua a ser maior que os estoques e estamos trabalhando duro para levar esse produto mágico para as mãos de cada vez mais consumidores", disse Jobs.

Além dos aplicativos feitos para iPad, o tablet roda quase todos os cerca de 200 mil programas criados para iPhone e iPod touch.

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Case para iPad teve modelo inspirado em absorvente


Já não dá mais para contar quantos cases para iPad já estão disponíveis no mercado, sejam eles oficiais ou não. Mas alguns produtos esquisitos chamam a atenção neste nicho de periféricos. Eis que surge o primeiro case para o gadget da Apple inspirado em um absorvente feminino: o iMax cover.

Seguindo os moldes de outros modelos, o iMax possui exterior de vinil e cotton e o interior é todo acolchoado para o iPad não sofrer nenhum dano ou risco. Para deixá-lo bem envolto ao absorvente, há duas abas com velcro para empacotá-lo.

O iMax pode ser o primeiro case para um gadget que imita um absorvente. Quem quiser ter um, basta entrar nas lojas online da Mashable, Gizmodo ou MacWorld. O preço sugerido é de US$ 40.
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Oh, dó! Geisy Arruda não sabe usar Twitter

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Geisy Arruda passou de uma simples universitária para o mundo da fama em poucos dias. E isto tem um valor, que acaba sendo muito caro em algumas situações. Isto é o caso de seu novo post do Twitter, que mostra claramente que ela não sabe utilizar a simples tecnologia.

Em uma mensagem, que aconteceu nesta semana, Geisy escreveu: "É incrível como as pessoas me seguem no Twitter e ainda repetem o que escrevo". Simplificando... Ela não sabe usar o Twitter e muito menos seus simples recursos, como o que ela demonstrou não conhecer, o retweet. Uma pena!

Geisy Arruda (@geisyarrudareal) só ficou famosa por conta do escândalo que os alunos da faculdade onde estudava, a Uniban. Após contornar o escândalo do vestido curto em sua faculdade, que resultou em ofensas e agressões morais, acreditamos que Geisy saberá usar seu "jogo de cintura" para esquivar das piadinhas no Twitter. Quem quer dar "retweet"?
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Twitter libera aplicativo para Android

Aplicativo está disponível e funciona em aparelhos com a versão 2.1  do Android

Aplicativo está disponível e funciona em aparelhos com a versão 2.1 do Android




Depois de lançar versões específicas do seu aplicativo para iPhone e BlackBerry, o Twitter anunciou hoje a chegada oficial ao sistema operacional Android, do Google.

O Twitter para Android, liberado para download no final da tarde desta sexta-feira, funciona em aparelhos com a versão 2.1 do sistema, presente em smartphones como o Nexus One e o HTC Incredible.

O aplicativo gratuito, além de mostrar as mensagens trocadas no microblog, permite compartilhar informações no Twitter vindas de outros programas, como o navegador, por exemplo. Um widget traz as últimas mensagens na tela principal do telefone.

Segundo o Twitter, o código-fonte do aplicativo será oferecido em breve, para que os desenvolvedores de Android possam integrar outros recursos do Twitter em seus programas.

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Lançado no Brasil celular que grava vídeos em alta definição

Anunciado em janeiro na CES, celular Vivaz chega ao Brasil

Anunciado em janeiro na CES, celular Vivaz chega ao Brasil




Anunciado em janeiro no exterior, o celular Vivaz foi lançado oficialmente na noite de ontem no mercado brasileiro. O aparelho da Sony Ericsson grava vídeos em alta definição (720p) e tira fotos de 8,1 megapixels.

O design do aparelho, que será vendido nas cores preto e rosa no Brasil, usa a "curvatura humana": o aparelho tem um acabamento arredondado, que encaixa nas mãos. Sua tela sensível ao toque de 3,2 polegadas ocupa quase toda a parte frontal do Vivaz, com apenas três botões. O Vivaz usa o sistema operacional Symbian S60 5a. edição, o mesmo usado em smartphones da Nokia e da Sony Ericsson, e vem com um cartão de memória de 8 GB.

A gravação de vídeo é o maior destaque do aparelho: o Vivaz conta com um botão dedicado para fotos e vídeos, e consegue enviar, via 3G ou Wi-Fi, esses arquivos para sites de compartilhamento online, como YouTube e Picasa, assim como redes sociais (Facebook e Twitter). A câmera conta ainda com detector de sorrisos e faces.

O Vivaz, segundo a Sony Ericsson, já está à venda no varejo por um preço médio sugerido de R$ 1.399, porém é possível encontrar valores menores junto às principais operadoras.