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Menos da metade da América Latina usa internet, diz pesquisa.

A América Latina tem avançado rapidamente em sua conectividade à internet nesta década. No entanto, sua penetração continua baixa e não passa da metade da população da região, revelou um estudo nesta sexta-feira do grupo de pesquisas Latinobarómetro.
A pesquisa do órgão, sediado em Santiago, mostra que cerca de 39% da população latinoamericana afirma ter usado email ou se conectado à internet em 2010, número bem maior que os 19% de 2002.
Segundo a consultora, Chile, Uruguai e Venezuela quase triplicaram seu nível de conectividade, enquanto que a maior parte dos países da região apenas a duplicaram. "A América Latina avançou muito em sua conectividade via internet (...) Os países da América Central são os que menos usam a Internet na região", diz o estudo.
O país com a maior taxa de conectividade na América Latina é o Chile, onde 58% da população afirma ter usado email ou se conectado à internet. Em segundo lugar fica a Argentina, com 54%, acompanhada pela Venezuela com 51%, e Uruguai e Costa Rica com 47%.
No outro extremo estão Paraguai, El Salvador, Honduras e Nicarágua como os países com menor conectado a Web.
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Dona da marca i-Pad quer fim das vendas do tablet no Brasil.

Entusiastas testam e exploram o Ipad na sua noite de estreia no Brasil. Foto: Simone Sartori/Terra 

Empresa aguardou o início das vendas do iPad no mercado brasileiro para entrar com uma ação judicial contra os varejistas que comercializam o tablet da Apple
Foto: Simone Sartori/Terra

Uma fabricante brasileira de produtos da área de saúde e tecnologia pretende ir atrás dos varejistas que comercializam o iPad, da Apple, no mercado local. A Transform tem o registro da marca "i-Pad" no país desde 2007 e obteve a confirmação desse processo no começo deste ano junto ao Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial).
A Apple não comenta o tema. Segundo o advogado da empresa brasileira, Newton Silveira, a empresa aguardou o início das vendas do iPad no mercado brasileiro para entrar com uma ação judicial contra os varejistas que comercializam o tablet da Apple. "Desde 19 de janeiro de 2010 a Transform tem o direito exclusivo sobre a marca iPad no Brasil", afirmou Silveira. "Se a Apple tem essa marca em outros países, não importa, já que no Brasil ela pertence à Transform", disse. "A Apple não liga para o direito dos outros e faz pirataria à vontade".
A primeira ação contra a Apple foi tomada na noite desta quinta-feira, quando ocorreu o lançamento oficial do iPad em diversas lojas à meia-noite. Os advogados da empresa entraram com um pedido de busca e apreensão para obter provas na loja Fast Shop, do Shopping Iguatemi, em São Paulo, com seis modelos, representando toda a linha de iPads, apreendidos.
A partir dessa apreensão, a Fast Shop tem 30 dias para responder antes de uma ação principal, que pretende encerra a venda de iPads no Brasil sob pena de multa diária e apreensão, de acordo com Silveira. "Ocorre um dano à reputação da marca, não vão acreditar que a marca é da Transform", afirma.
A Transform vende equipamentos médicos, como desfibriladores profissionais, e mostra em seu site uma linha de computadores. "O direito da Transform é de uso da marca em PCs, notebooks e software". Silveira citou os acordos feitos pela Apple no exterior, com a Cisco (por conta da marca iPhone) e Fujitsu (também pela marca iPad).
Questionado por que ir atrás dos vendedores de iPads e não da Apple, Silveira foi categórico: "a Apple está nos Estados Unidos. As lojas estão vendendo marca alheia em um produto e que é pirata", afirmou. "O comerciante comete o crime por vender uma marca que não é legítima, vamos atacá-los pelo caminho legal", disse o advogado da companhia. "Depois, o problema é entre eles e a Apple. Quem põe no mercado é responsável também, causa o prejuízo".
O próximo passo da empresa é ir atrás dos outros vendedores do tablet no país. A Apple, em janeiro, entrou com um pedido de nulidade de concessão de marca no Inpi. Uma resposta do instituto está prevista para janeiro, e a entidade pode vir a cancelar a propriedade de marca da Transform.
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Testamos: iPad chega ao Brasil como objeto de desejo.

Produto chega ao País depois de quase um ano desde o lançamento nos Estados Unidos. Foto: Simone Sartori/Terra 
Produto chega ao País depois de quase um ano desde o lançamento nos Estados Unidos
Foto: Simone Sartori/Terra


O iPad, mesmo com meses de distância do lançamento oficial nos Estados Unidos, mantém seu status de "objeto de desejo". O tablet da Apple, lançado oficialmente nesta sexta-feira no Brasil, é apenas o primeiro passo da companhia de Steve Jobs em mudar totalmente a computação pessoal. Isso já aconteceu com o iPhone, e o iPad segue o mesmo caminho.
Uma velha máxima sobre produtos de tecnologia, em geral, vale para a Apple: nunca compre produtos de primeira geração. Eles terão bugs críticos que serão corrigidos na próxima versão do produto. A afirmação, entretanto, se aplica parcialmente ao iPad: apesar de ser o primeiro tablet da fabricante (esqueça o PDA Newton, de anos atrás), seu hardware é novo, mas o sistema operacional iOS, não.
E, pensando desse modo, é fácil dizer que o iPad é uma evolução elegante do iPhone. A tela, construída com tecnologia que nenhum outro fabricante conseguiu imitar com perfeição ainda, desliza os dedos com uma facilidade incrível. O multitoque, presente na maioria dos aplicativos, ajuda demais a esquecer que você precisa de um teclado virtual ou físico. E, mesmo se precisar digitar direto no touchscreen, o espaçamento das teclas ¿ agradeça às 9,7 polegadas de vidro ¿ permite realizar a tarefa sem problemas. Basta, apenas, treinar um pouco.
Navegar na web é outro recurso incrível do iPad, e não reclame da falta de Adobe Flash. Inúmeros sites em HTML5 mostram vídeos sem nenhum problema (um bom exemplo, caso você tenha comprado um iPad, é o da CNN). Após navegar bastante, você nem nota a falta do Flash.
Como um bom produto da Apple, a integração de software da fabricante é importantíssima: sincronize fotos e músicas com seu iPad, mas só veja rostos em seus álbuns de fotos se tiver um Mac (não funciona no PC esse recurso). Baixe os aplicativos da App Store (segundo a Apple, mais de 40 mil já feitos apenas para o tablet) e trabalhe com os programas do pacote iWork (Keynote, Pages, Numbers) como se estivesse no MacBook. Fora inúmeros jogos, apps de bobagens, produtividade, música, diversão. Pena que alguns apps, por restrições geográficas, não possam ser comprados por aqui (caso dos games).
E vale lembrar que parte do conteúdo multimídia do iPad ainda vive intocado para quem mora no Brasil: a iTunes Store, loja de músicas, filmes e programas de TV. Novamente, questões de licenciamento (e por que não dizer, políticas regionais) atrapalham a vida de quem quer comprar música e vídeos de maneira legalizada e oficial.
Diferente do iPhone, o iPad no Brasil (e em todo o mundo) é vendido em sua versão 3G desbloqueado, sem precisar ter algum vínculo com operadora de celular. Você compra seu iPad pelo preço cheio e procura uma operadora que venda planos de internet que caibam no seu bolso mês a mês ¿ e as operadoras não estão vendendo o iPad ainda com planos fechados com direito a subsídio ao aparelho (é algo para 2011, apenas). Se em alguma loja tentarem te vender o iPad atrelado a algum plano hoje, diga que é venda casada.
Em poucas horas mexendo no iPad, dá para ter a sensação rápida do que é brincar com o aparelho. Mas já dá para entender que é uma categoria nova, entre o notebook e o smartphone, e que se diferencia muito de outros tablets ¿ mais notadamente, o Samsung Galaxy Tab, também já à venda no Brasil. Em uma comparação rápida, o Galaxy Tab é um smartphone mais poderoso, que atua do lado do notebook durante o dia de trabalho e vira uma central de multimídia quando você quer. O iPad, porém, dispensa o notebook. Só falta falar.
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Banda larga por R$ 15 espera autorização do Ministério da Fazenda.

Plano de incentivos fiscais federais e estaduais que possibilite baratear o acesso à internet já foi aprovado em reunião ministerial

A possibilidade do acesso aos serviços de banda larga por cerca de R$ 15 aguarda autorização do Ministério da Fazenda.

Segundo publicado pela Agência Brasil, a formulação de um plano de incentivos fiscais federais e estaduais que possibilite baratear o acesso à internet já foi aprovada em reunião ministerial, mas ainda aguarda autorização.

Modems

Além disso, de acordo com o integrante do CGPID (Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital), Arthur Coimbra, que participou da terceira edição do Fórum Brasil Conectado, o governo federal está trabalhando na desoneração de impostos, como o PIS e a Cofins, para aparelhos de modems.

A proposta, conhecida como “Modem para todos”, já foi aprovada pelo Ministério da Fazenda e aguarda apenas normatização.

Outras medidas

Ainda no sentido de diminuir custos, o presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Ronaldo Sardenberg, que também participou do evento, disse que o conselho diretor da agência deve ter uma definição sobre a destinação da faixa de 450 Mhz até a próxima semana, e sobre o PGMU3 (Plano Geral de Metas de Universalização da telefonia fixa) até o fim do ano.

A primeira medida, segundo Coimbra, seria necessária para levar banda larga para áreas rurais e escolas públicas e a segunda contribuiria para a universalização da telefonia fixa e da internet.
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Aparelho carrega eletrônicos com a energia de uma caminhada.

Dez minutos de caminhada geram energia para 1 minuto de conversação no iPhone 3G. Foto: Divulgação
Dez minutos de caminhada geram energia para 1 minuto de conversação no iPhone 3G
Foto: Divulgação



A Tremont Electric desenvolveu uma solução portátil que capta os movimentos do seu corpo e os converte em eletricidade para dispositivos móveis. O nPower PEG cabe em qualquer mochila ou pochete e é compatível com cerca de 90% dos aparelhos eletrônicos.
Com ele, qualquer um é capaz de gerar energia em qualquer local com movimentos periódicos. Também se trata de uma fonte de energia limpa e renovável. Possui uma porta USB, e basta conectar o carregador do seu aparelho e começar a caminhada. Se você precisar de carga rapidamente, basta agitar o aparelho.
O dispositivo se ajusta automaticamente à intensidade da sua atividade, a fim de captar o máximo de energia. Ele é composto de policarbonato e revestido de titânio para assegurar sua resistência. Também possui baterias de lítio-polímero, que armazenam energia mesmo quando não há nenhum aparelho conectado.
Em seu interior, um pequeno imã é agitado pelos movimentos corpóreos do usuário. Sempre que ele atravessa a espira elétrica, induz uma corrente. Qualquer atividade que movimente o dispositivo de forma regular gera as condições para que ele funcione.
Segundo a fabricante, 10 minutos de caminhada geram energia para 2 minutos de conversação no iPhone 2G e 1 minuto na versão 3G. Em um iPod Nano, 1 minuto de caminhada corresponde a 1 minuto de reprodução. Seus desenvolvedores estudam ainda a possibilidade de criar modelos gigantescos do nPower PEG para captar o movimento das placas tectônicas do solo. Essa, talvez, seja mais uma alternativa para a utilização de "energia verde" no futuro. O carregador portátil de baterias está à venda no site da empresa por US$ 149 dólares.
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iPad chega às lojas brasileiras na sexta-feira.

Nos Estados Unidos, o aparelho mais caro pode ser encontrado por US$ 829. Foto: Reprodução 
 
iPad chega ao país em seis modelos, a partir de R$ 1.649
Foto: Reprodução

A Apple lança na próxima sexta-feira seu tablet iPad no mercado brasileiro. Os modelos com conectividade Wi-Fi e Wi-Fi com 3G estarão à venda na loja online da empresa e em revendas autorizadas. O anúncio foi feito pela Apple nesta segunda-feira.
Segundo a empresa, o iPad terá preços a partir de R$ 1.649 (16 GB), R$ 1.899 (32 GB) e R$ 2.199 (64 GB) na linha com Wi-Fi apenas. Já os modelos com conectividade 3G saem por R$ 2.049 (16 GB), R$ 2.299 (32 GB) e R$ 2.599 (64 GB).
O iPad permite navegar na internet (ainda sem suporte ao padrão Adobe Flash, como no iPhone), ver vídeos e ouvir músicas, com downloads direto da iTunes Store. A tela de 9,7 polegadas é sensível a múltiplos toques e permite digitar em um teclado virtual. Com 1,27 cm de espessura e 680 gramas de peso, o iPad usa um processador Apple A4 de 1 GHz, tem conectividade Wi-Fi (padrão 802.11n), armazenamento de 16 GB a 64 GB (em memória Flash), Bluetooth 2.0, alto-falantes, microfone e bateria que dura até 10 horas.
O tablet da Apple usa o mesmo sistema operacional do iPhone. Desse modo, é possível rodar aplicativos do smartphone em tela cheia no iPad. Além disso, o iPad vem com aplicativo iBooks, para leitura de livros eletrônicos.
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Smartphone e Twitter: os mais populares no Japão em 2010.

Segundo especialistas, há uma nova bolha tecnológica surgindo no mundo e ela tem foco na socialização da web. Foto: AFP 
Pesquisa apontou o Twitter entre os mais populares do país asiático
Foto: AFP

O Twitter e os smartphones foram os produtos mais populares no Japão em 2010, segundo a pesquisa Hit Product Recognition Survey, feita pela agência de propaganda Dentsu.
Nos últimos anos, os consumidores japoneses não têm dado muita atenção aos mais recentes gadgets e tendências, preferindo ir atrás de promoções e pechinchas uma vez que o ritmo econômica não anda bom. No entanto, a última leva de produtos tecnológicos têm gerado um falatório considerável.
Tablets como o iPad, da Apple, vieram em 19º lugar, de acordo com o levantamento. Filmes, televisores e outros produtos 3D ficaram em 15º lugar.
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Menina de 7 anos gasta R$ 675 em jogo do Facebook.

O pai conectou a filha no Facebook, mas não notou que havia esquecido de fazer logoff na sua conta do PayPal. Foto: The Sun/Reprodução 

O pai conectou a filha no Facebook, mas não notou que havia esquecido de fazer logoff na sua conta do PayPal
Foto: The Sun/Reprodução

Uma menina de sete anos gastou, na frente dos pais, 250 libras (cerca de R$ 675) em uma hora no Facebook. Segundo o jornal britânico The Sun, Megan Fox pediu para jogar Petville, um jogo em que os usuários podem comprar roupas e móveis virtuais para um animal de estimação virtual.
O pai conectou a filha no Facebook, mas não notou que havia esquecido de fazer logoff na sua conta do PayPal. De acordo com o jornal, o casal não deixa a filha ter sua própria conta no Facebook, então o pai entrou na própria conta para que a menina brincasse enquanto ele estava por perto.
"Ela estava jogando, perguntanto qual roupa nós preferíamos. Jogamos junto, e não percebemos que ela estava gastando dinheiro. Eu fiquei atormentado quando descobri o que aconteceu", disse o pai ao The Sun. Ele e a mulher tentaram pedir reembolso da quantia, mas o pedido foi recusado. Segundo as regras do jogo, o titular da conta é responsável se alguém da família fizer compras.