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Windows 7 mais barato vai custar R$ 329

A Microsoft liberou na noite de hoje os preços sugeridos para o Windows 7, que será lançado no próximo dia 22. Os valores informados são da versão completa a ser vendida no varejo. E o mais barato é o Home Basic, a ser comercializado por R$ 329.

Essa versão é indicada para PCs de mercados emergentes com acesso à internet e recursos básicos de produtividade. A versão Home Premium é indicada como padrão para o consumidor final com novo hardware e maiores recursos de conectividade e será vendida por R$ 399.

Com foco em pequenas e médias empresas, o Windows 7 Professional traz mais recursos de conectividade e segurança/backup e vai custar R$ 629. A versão mais cara do 7 é a Ultimate, que sairá por R$ 669, voltada a entusiastas de tecnologia.

Duas versões do Windows 7, entretanto, não serão vendidas no varejo: Starter Edition, que virá instalada em netbooks, e a Enterprise, para grandes empresas (e comercializada por acordos de licenciamento).

A Microsoft informa que novos PCs comprados com Windows Vista até o lançamento do 7 terão atualização gratuita para os seguintes fabricantes: Dell, HP, Itautec, Intelbras, LG, Megaware, Positivo, Asus e Microboard.

Mais informações estão disponíveis no site da Microsoft sobre atualizações, no atalho http://tinyurl.com/m3ceoj.

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Estudo aponta Brasil com a 45ª melhor banda larga entre 66 países

País melhora no índice Broadband Quality Scores, das universidades de Oxford e Oviedo, mas aparece atrás de Grécia, Irlanda, Ucrânia e Catar.

O Brasil atingiu a 45ª posição em um ranking sobre qualidade mundial da banda larga elaborado de maneira conjunta entre as universidades de Oxford e de Oviedo, que conta com a participação de 66 países.

O ranking, divulgado nesta quinta-feira (1/10) afirma que o país atinge 24 pontos no índice Broadband Quality Scores (BQS), usado pelas universidades para indicar quais os mercados com a melhor banda larga. Em 2008, o Brasil ficou com a 38ª posição entre 42 países.

O índice BQS é calculado pelas universidades usando como base a velocidade para baixar e publicar arquivos e a latência das conexões de banda larga, usando como base informações do serviço Speedtest.net entre os meses de maio de 2008 e 2009.

A pontuação do Brasil está abaixo dos 30 pontos médios registrados pelo estudo e coloca o País atrás de Estônia, Canadá, Grécia, Irlanda, Ucrânia e Catar, entre outros. Países em posição pior que o Brasil contam com Argentina, Arábia Saudita, México e Paquistão.

Se considerarmos a relação entre qualidade e penetração da banda larga, o Brasil se sai ainda pior no ranking, ficando com a 53ª posição, ainda que a participação das conexões rápidas tenha ido de 16% em 2008 para 19% neste ano.

Entre as cidades brasileiras com melhor qualidade na conexão banda larga aparecem Salvador (122ª), Belo Horizonte (133ª), Brasília (135ª), São Paulo (139ª) e Rio de Janeiro (147ª).

A Coreia do Sul aparece como novo líder do ranking após apresentar a maior variação em comparação a 2008, saltando de 38,25 pontos no ano passado para 65,99 pontos, ultrapassando Japão e Suécia.

A América Latina foi a região que menos avançou na comparação entre 2008 e 2009, com melhoria de 8,5% nos coeficientes médios de seus seis países. A Europa Central e do Leste, cujo índice atingiu 38,2, aumento de 26,7% na relação com 2008.

O estudo considera que países com banda larga preparada para o avanço do mercado registraram índice de 50 pontos e têm conexões com velocidade média de 11,25 Megabits por segundo (Mbps). Na lista de 2009, apenas Coreia do Sul, Japão, Suécia e Lituânia ultrapassam a faixa.

Segundo a pesquisa Barômetro Cisco de Banda Larga, realizada pela consultoria IDC Brasil sob encomenda da Cisco, o Brasil atingiu 13,6 milhões de conexões de banda larga no primeiro semestre de 2009, incremento de 16% em relação ao final de 2008.

Além de indicar penetração de 5,8% da banda larga entre os brasileiros, a pesquisa mostrou também avanço na qualidade das conexões nacionais, com aumento na adoção de planos com maior velocidade.

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Blackberry ‘mais caro’ é vendido por R$356 mil

Blackberry assinado por Alexander Amosu

O designer conta que a fabricação levou cerca de 350 horas

O Blackberry “mais caro do mundo” - feito em ouro 18 quilates e incrustado com 4.459 diamantes – foi vendido para um comprador no Oriente Médio por 125 mil libras (R$356 mil).

A peça é uma das três do modelo criado pelo designer Alexander Amosu.

A fabricação levou cerca de 350 horas e o equipamento é personalizado com o nome do cliente e conta ainda com serviço de apoio 24 horas.

Amosu fez sua fortuna compondo e vendendo toques de celular e ficou conhecido no mercado de alto luxo por personalizar celulares, iPods e outros gadgets eletrônicos.

Em abril, o designer vendeu um terno feito com a "lã mais cara do mundo" por 70 mil libras (equivalente a pouco mais de R$ 227 mil).

Segundo a empresa de Amosu, entre seus clientes estão o piloto Lewis Hamilton, o rapper 50 Cent, o empresário Richard Branson e as cantoras Lilly Allen e Alicia Keys.

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Google Maps começa a mostrar informações de trânsito em tempo real no Brasil

O recurso ainda não foi anunciado oficialmente pelo Google Brasil, mas o MacMagazine confirmou que seu lançamento estaria sendo preparado para os próximos dias. O fato é que a funcionalidade já está no ar para todos os usuários: o Google Maps agora mostra informações de trânsito em tempo real em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Não confunda isso com o serviço de transporte público: este chegou ao Rio de Janeiro esta semana e já está disponível nas outras duas capitais desde dezembro do ano passado. E essa estratégia de lançar novidades nas três já virou praxe do Google Brasil: o mesmo foi planejado para o Street View — sorte dos paulistanos, dos cariocas e dos belo-horizontinos. ;-)

Trânsito no Google Maps

Disponível no exterior já há algum tempo, as informações de trânsito traçam linhas sobre os mapas do Google indicando como está a movimentação de automóveis nas principais vias/avenidas/estradas de cidades. A cor verde indica um fluxo normal; amarelo, um pouco lento; vermelho, congestionado; e preto com tracejados vermelhos, provavelmente está tudo parado.

Se você ampliou a imagem acima, deve ter visto um link “change” (modificar) na legenda do tráfego. Veja só que acontece quando clicamos nele:

Change Traffic no Google Maps

Com base no histórico de informações sobre o tráfego coletado pelo Google, o usuário pode conferir no mapa uma média/previsão de como estará o fluxo em qualquer dia e hora da semana. Não é demais? :-)

Tudo isso, felizmente, também está disponível no app Maps de iPhones/iPods touch:

Trânsito do Google Maps no iPhone








A camada de trânsito pode ser habilitada pelo ícone do papel no canto inferior direito da tela. O botão de tráfego, evidentemente, fica inabilitado em todas as cidades, exceto SP, RJ e BH.

Habilitando camada de Trânsito do Google Maps no iPhone

Tudo bem que o pessoal de São Paulo necessita de algo assim mais do que ninguém, mas Google, pelo amor de Deus, o trânsito de Salvador está cada vez mais caótico. :-P Lancem isso logo por aqui também! Aliás, expandam o quanto antes pro Brasil todo. O povo agradece. :-D

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Brasil está em 2º lugar entre os países que mais enviam spams no mundo

Um relatório divulgado pela empresa de segurança Symantec aponta o Brasil como o segundo país que mais envia spams no mundo —com 12% de todas as mensagens indesejadas e atrás apenas dos Estados Unidos, com 23%.

A pesquisa aponta ainda que mais de 87% de todos os e-mails enviados são spams.

Um dos motivos para o alto número de mensagens indesejadas, segundo o relatório, é que as pequenas empresas, também afetadas pela crise econômica, sofreram quedas nas vendas e, em consequência, aumentaram a quantidade de promoções —enviadas, inclusive, por e-mail.

O uso cada vez maior de palavras e expressões comuns, como "olá", "como vai", são outro atrativo para que os usuários cliquem em tais mensagens.
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Dell lança primeiros modelos usando Core i7 para notebooks

São Paulo, 23 de setembro de 2009 - A Dell anunciou no Intel Developer Forum sua nova linha de notebooks equipados com o processador Intel Core i7 mobile.

O Alienware M15x tem processador Core i7 920XM com placa de vídeo NVIDIA GeForce GTX 260M de 1 GB. A linha Alienware é voltada para jogos e tem notebooks de alto desempenho. Não há preço definido para esse modelo.

O Dell Studio 17 trará o Core i7 720QM de 1.6 GHz e placa de vídeo ATI Mobility Radeon HD 4650 de 1 GB e tela HD de 17,3 polegadas (1600 x 900), além de bateria de nove células. O preço inicial será de US$ 1.099.

O Studio 15 terá Core i7 720QM de 1.6 GHz, placa de vídeo ATI Mobility Radeon HD 4570 de 512 MB e 4 GB de RAM. O preço inicial será de US$ 999. Por fim, o Studio XPS 16 passará a ter a opção do processador Core i7, com preços iniciais de US$ 1.249.

Com codinome "Clarksfield", o Core i7 é o primeiro processador da Intel que usa a arquitetura Nehalem. A versão para notebooks foi anunciada oficialmente na IDF, que acontece essa semana em San Francisco.

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Parlamento francês aprova polêmica lei antipirataria

PARIS (Reuters) - A polêmica lei antipirataria da França que prevê a suspensão, pelas autoridades, da conexão de internautas que fizerem download ilegal foi ratificada no parlamento nesta terça-feira. No entanto, a oposição anunciou que contestará a lei na Justiça.

O Partido Socialista, da oposição, que já tinha levado a primeira versão da chamada lei "Hadopi" à Justiça, afirmou que irá formalizar uma nova contestação.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, não mediu esforços para incentivar a aprovação do projeto, e contou com o apoio das indústrias de música e cinema, que alegam um prejuízo de milhões de euros devido a downloads ilegais na Internet.

Mas a lei, que criará um novo órgão regulador com poderes de investigação sobre internautas suspeitos e de fazer recomendações de medidas a serem tomadas, tem sido muito criticada por grupos de proteção ao consumidor e da oposição.

Os críticos afirmam que a lei não será eficaz no combate a piratas específicos, e apenas irá impor punições desnecessariamente severas sobre o internauta comum.

A versão anterior da lei foi bastante amenizada.

O ministro da Cultura, Frederic Mitterrand, afirmou que espera que o principal efeito da lei seja de dissuadir o download ilegal de conteúdo.

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GPS em celulares ainda não são 100% confiáveis

Quando se trata de encontrar uma rota, os avançados smartphones não são tão espertos assim. Se você quiser achar seu caminho até o sítio do seu amigo ou alguma pousada remota para suas férias, assistentes de navegação portáteis ainda prevalecem.

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Na verdade, os preços desses aparelhos de navegação caíram, enquanto seus fabricantes se voltam para o fornecimento de programas para operadoras e fabricantes de celular. A Navigon, que produz aparelhos de GPS de última linha, abandonou discretamente o mercado americano de hardware em maio, decidindo focar-se em telefones e programas para sistemas automotivos. Ela já fez acordos para celulares com a Samsung na Europa e a T-Mobile na Alemanha e recentemente lançou uma versão de seu software MobileNavigator na loja do iPhone da Apple, por US$ 89,99.

Após as líderes de navegação, Garmin e TomTom, anunciarem quedas de receita de dois dígitos no início do ano, observadores do mercado sugeriram que os smartphones com programas de rota poderiam acabar com os aparelhos de GPS da mesma forma que dizimaram os assistentes pessoais digitais. Então, a TomTom optou pela filosofia "se não é possível vencê-los, junte-se a eles", lançando para o iPhone uma versão em software de seu sistema de navegação, por US$ 100.

Mas usar o celular para conseguir direções em uma longa viagem pode ser tão confiável quanto usar uma forquilha para cavar um poço. Curvas erradas, falta de sinal e recebimento de chamadas confundem a maioria dos aplicativos de navegação de celular.

Os programas para iPhone da Navigon e da TomTom são justamente o caso. Diferente de um computador de mesa ou laptop, o iPhone não é totalmente capaz de realizar tarefas múltiplas ao mesmo tempo, o que significa que se você estiver seguindo as direções da rota e atender a uma chamada, a função de navegação se interrompe.

Mesmo os telefones capazes de manejar diferentes tarefas simultaneamente podem fazer você errar o caminho, dependendo da rede. Por exemplo, o BlackBerry Bold, da RIM, na rede 3G da AT&T mantém as direções ao fundo enquanto você conversa, mas o BlackBerry Storm na rede sem fio da Verizon não. Um porta-voz da RIM, Erik Van Drunen, disse se tratar de uma limitação da rede, não do telefone.

No entanto, até mesmo aparelhos multitarefas em muitos casos param de fornecer direções quando não há sinal de celular, por exemplo, em uma estrada rural. A razão: devido à pouca memória da maioria dos celulares, eles precisam ser regularmente atualizados com direções pela rede do celular, particularmente em longas viagens. Portanto, mesmo se você ainda estiver recebendo um sinal de GPS indicando sua posição, as direções vão ser interrompidas sem o sinal de celular. Isso pode ser não só um incômodo em uma noite chuvosa sem um posto de gasolina à vista, mas será também muito desagradável se você acabar fazendo aquele desvio inevitável na rota.

"Em alguns casos, ele baixa a rota inteira até o destino", respondeu Sal Dhanani, cofundador da TeleNav, que fornece o programa de mapas do serviço de US$ 9,99 da AT&T e da T-Mobile. "A menos que você faça uma curva que não esteja na rota. Aí, se não houver conexão, ele vai perder você".

A possibilidade de alegremente fazer curvas erradas sem consequências direcionais sérias é obviamente a maior qualidade dos GPS, que permite aos motoristas seguirem seu caminho sem jamais parar para perguntar direções. Mas, alguns serviços de navegação por celular, falham e é preciso esperar o telefone baixar novas instruções baseadas na nova posição, o que ocorre apenas em áreas com cobertura de sinal.

Em comparação, um aparelho exclusivo de navegação pode recalcular sua rota em segundos sem interrupção ou sinal de celular.

Existem outras desvantagens de usar o celular, como o mapa rodoviário digital. Seu volume no máximo é incapaz de superar o ruído da estrada e o rastreamento por GPS tende a esgotar as baterias de alguns aparelhos. Além disso, os receptores GPS em telefones não são tão sensíveis quanto aqueles em aparelhos exclusivos para navegação, fazendo com que os celulares percam facilmente o sinal de posicionamento em grandes cidades, como, Nova York.

Telefones também não possuem os sensores giroscópicos que muitos aparelhos de localização usam para informar a posição do carro quando o sinal de GPS falha, como em um túnel. E existe ainda a questão da tela: normalmente os aparelhos de GPS têm telas de 4 polegadas ou mais, enquanto mesmo o iPhone tem apenas uma tela de 3,5".

Por enquanto, os aparelhos exclusivos para navegação por GPS continuam sendo a forma mais confiável de localização para motoristas. Mas os celulares continuam avançando. Alguns, como o novo Pre, da Palm, certos modelos de BlackBerry e telefones com o Windows Mobile, da Microsoft, ou o Android, da Google, são capazes de realizar várias tarefas ao mesmo tempo, permitindo a navegação mesmo durante uma conversa ao celular. Outra possibilidade é armazenar um conjunto completo de mapas digitais no telefone para que as direções continuem quando o sinal desaparecer.

O programa Mobile XT da Garmin, disponível para smartphones por US$ 99, acompanha um pequeno cartão de memória que funciona em telefones com Windows Mobile, por exemplo. Navigon e TomTom adotaram abordagem similar de download completo em seus programas para o iPhone, para que motoristas não dependam da rede de celular para atualizações na rota. Com o intuito de compensar qualquer limite de hardware, a TomTom vai oferecer um kit automotivo para o iPhone no próximo mês, que inclui um receptor melhor de GPS e um altofalante para a porta do carro.

Além disso, à medida que celulares com maiores capacidades de processamento são lançados, eles não vão se perder na zona rural com tanta frequência. Telefones também têm uma característica embutida que falta na maioria dos aparelhos de GPS: uma comunicação de mão dupla para listagens atualizadas, como postos com combustível mais barato, novos restaurantes e serviços como compras de ingresso online.

Embora 80% da receita da TomTom ainda venham do negócio de navegação portátil, a empresa já controla uma das duas provedoras de mapa líderes, a Tele Atlas. Segundo a empresa, o aspecto de uma comunicação de via dupla é o motivo da companhia contemplar não só aparelhos de GPS, mas também sistemas automotivos embutidos, operadoras sem fio e smartphones.

"Na verdade desejamos o crescimento da navegação em outras áreas", disse Tom Murray, vice-presidente de desenvolvimento de mercado da TomTom. Ele disse também que não havia a expectativa de que a navegação por celular acabasse com os aparelhos específicos de navegação. Alguns preferem usar aparelhos separados, como muitos que ainda usam câmeras digitais, mesmo com a maioria dos celulares incluindo uma embutida.

Por outro lado, as capacidades inferiores de direção dos celulares podem não deter a maioria dos consumidores. Afinal, iPods não têm um som tão bom quanto CDs e celulares ainda fornecem chamadas de baixa qualidade quando comparadas aos serviços com fio, e ainda assim, todos têm ou querem ter um.