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Sistema operacional "Android" se equipara ao "iPhone"

Androi já é usado por quase metade dos usuários de smartphones
Androi já é usado por quase metade dos usuários de smartphones







O sistema operacional da Google, Android, está chegando perto do “iPhone” se compararmos as pessoas que usam aparelhos móveis. Como mais smartphones estão usando o sistema da Google, o número de usuários disparou em relação a poucos meses atrás.

Em fevereiro de 2009 o “iPhone” era responsável por quase 70% do tráfego de internet dos aparelhos móveis no mundo. Já





O sistema operacional da Google, Android, está chegando perto do “iPhone” se compararmos as pessoas que usam aparelhos móveis. Como mais smartphones estão usando o sistema da Google, o número de usuários disparou em relação a poucos meses atrás.


Em fevereiro de 2009 o “iPhone” era responsável por quase 70% do tráfego de internet dos aparelhos móveis no mundo. Já em março de 2010 o número é menor que 50%, fato justificado pelo crescimento do android: de 10% ele agora corresponde a 40% do montante final.

O sistema operacional Android é utilizado por diversas empresas, que adotam personalizações próprias. Já o iPhone, da Apple, utiliza um sistema próprio e exclusivo, não compartilhado entre outras plataformas móveis.

Com essa estratégia de mercado a Google pode passar a Apple até a metade de 2010.
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Teste de aceitação do iPad começa em lojas dos EUA no sábado

SAN FRANCISCO, Estados Unidos, 29 de março (Reuters) - Depois de meses de rumores, especulações e sigilo, a Apple vai submeter neste sábado seu computador tablet iPad ao teste que realmente importa: o do público comprador.

A expectativa é de disparada inicial nas vendas do iPad assim que o produto chegar às lojas dos Estados Unidos. Com a ajuda de dezenas de fãs da Apple, filas devem se formar nas lojas do país antes das 9h, numa corrida para ver quem é o primeiro a brincar com o novo aparelho, cujo modelo mais barato custa 499 dólares.

Apesar das pessoas que encomendaram o iPad com antecedência estejam autorizados a retirá-los a partir de 3 de abril, aqueles que fizeram suas encomendas online mais recentemente foram informados de que os aparelhos não serão embarcados antes de 12 de abril.

Mas desconsiderado o entusiasmo de lançamento, o que fica menos claro é se o iPad conseguirá atrair o público convencional, para além dos fanáticos pela marca, depois dos primeiros meses de excitação após o lançamento e ao longo do ano que vem. Isso definiria uma nova categoria de aparelhos que completam a lacuna entre o celular inteligente e os notebooks.

As ações da Apple registraram alta recorde com o acréscimo do iPad às estimativas de lucros dos analistas e em meio a informações de pré-encomendas saudáveis. Mas as previsões de vendas do aparelho em seu primeiro ano variam amplamente --entre 2 milhões e 5 milhões de unidades, e refletem a dificuldade em prever as dimensões de um mercado ainda não testado.

Sempre bem provida de ambição, a Apple está oferecendo o iPad como um novo aparelho de mídia que combina a mobilidade e simplicidade de um celular inteligente à velocidade e tamanho de tela de um laptop.

"É uma aposta de alto risco e alta recompensa, porque, dada o portfólio relativamente estreito de produtos da Apple, caso um equipamento lançado fracasse, a empresa sai prejudicada", disse Van Baker, analista da Gartner, que antecipa que o iPad será sucesso.

O iPad se assemelha a um iPhone de maior porte, com tela sensível a toques de 9,7 polegadas, e pode operar com a maioria dos mais de 100 mil aplicativos que tornaram o iPhone tão popular.

O produto é uma criação típica da Apple, com cerca de 1,3 centímetro de espessura e 700 gramas de peso. O aparelho é equipado com rede sem fio WiFi e a bateria dura 10 horas. A conectividade com redes celulares de terceira geração virá mais tarde em abril, com o modelo mais caro custando 829 dólares.

Especialistas em tecnologia elogiaram a tela elegante do iPad e seu rápido programa de navegação pela Internet, mas também criticam a falta de câmera e a incapacidade do produto de executar mais de um aplicativo por vez e de não ser compatível com sites que usam o programa Flash da Adobe, que é requerido para visualização de sites populares de vídeo como o Hulu.com.

As avaliações iniciais foram baseadas em testes rápidos depois que o presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, revelou o aparelho em janeiro. Colunistas influentes de tecnologia, como Walt Mossberg, do Wall Street Journal, e David Pogue, do New York Times, ainda não fizeram avaliações aprofundadas do aparelho, algo que pode influenciar o desempenho das vendas entre o público menos familiarizado com tecnologia.

Se o iPad for bem sucedido, o aparelho poderá definir um padrão para a onda de tablets que serão lançados este ano, produzidos por empresas rivais que incluem Hewlett-Packard e Dell, e fornecer uma passagem da mídia impressa para um futuro digital.

Comparativamente, as apostas são altas de sucesso inicial de vendas do iPad. As vendas do iPhone superaram a marca das 1 milhão de unidades 74 dias depois que o celular foi lançado em 2007 e o produto vendeu mais de 2 milhões de unidades no quarto trimestre do mesmo ano, após um grande corte de preços feito em setembro de 2007.

A Apple vendeu mais de 40 milhões de iPhones em menos de três anos em que o aparelho está disponível no mercado.
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Descubra a hora de dormir de seus amigos no Twitter


Hora de dormir: fim do expediente no Twitter

Hora de dormir: fim do expediente no Twitter






O site “SleepingTime” consegue adivinhar durante quais horas você dorme, simplesmente analisando o Twitter. Também é possível colocar os perfis de conhecidos, para saber qual o horário em que eles estão geralmente desconectados.

De acordo com o site, o sistema utiliza um algorítimo para conseguir descobrir quando cada um dorme, baseado nos horários em que o internauta fica menos ativo na rede social.
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A Apple vai valer mais do que a Microsoft? É a tendência

Nos próximos meses o mercado de tecnologia poderá testemunhar algo impensável dez anos atrás.

Campanha PC x Mac: Apple se firmou como empresa inovadora
Campanha PC x Mac: Apple se firmou como empresa inovadora

A Apple poderá aumentar em US$ 50 bilhões seu valor de mercado e ultrapassar a Microsoft após o lançamento do iPad, seu tablet em fase de pré-venda e que chega ao mercado em abril. Atualmente a Apple vale US$ 208,76 bilhões contra US$ 261,01 bilhões. Com o lançamento do iPad, poderá superar a rival.

Pelo valor de fechamento nesta sexta-feira, uma ação da Apple vale US$ 230 e uma da Microsoft, US$ 30, na Bolsa de Nova York.

Pelo valor puro da ação, a Apple deveria ser a companhia mais valiosa, mas o preço também reflete a diferença de oferta. Apesar de custarem mais barato, há muito mais ações da Microsoft sendo negociadas. Assim, o valor atualizado de Mercado da Apple é menor.

Dez anos atrás a diferença no valor entre as empresas era gritante. Depois dos problemas financeiros da década de 90, a Apple - já em recuperação desde o lançamento dos iMacs, os computadores coloridos que revitalizaram a marca - valia US$ 16 bilhões e estava apenas no número 339 entre as principais empresas do mundo no ano 2000. A Microsoft valia incríveis US$ 590 bilhões e era a número 1.

Mas desde então as coisas mudaram. A Apple lançou vários produtos de sucesso - iPod, iPhone, iTunes, App Store - enquanto a Microsoft perdeu para a empresa de Steve Jobs e para o Google o status de empresa que mais fazia inovações. Ainda que o Windows seja o sistema operacional mais usado, o Internet Explorer um dos principais navegadores e o Messenger, o principal comunicador instantâneo do mundo, a Microsoft perdeu valor.

Um dos fatores a influenciar o preço das ações é a expectativa de lucros futuros. Neste ponto a Apple costuma se mostrar mais promissora do que a empresa de Bill Gates graças a um fator: exceto no mercado de smartphones, em que o iPhone compete com o Nexus One, a Apple não é concorrente do Google. Já a Microsoft não consegue superar o rival nas buscas - o Bing dispõe apenas de 12,5% do mercado americano contra 65% do Google. Também não conta com uma rede social enquanto o Google lançou o Buzz para ser concorrente do Twitter e do Facebook. Também é a única dos três gigantes da tecnologia a não ter um smartphone próprio.

A diferença nas cotações entre uma e outra ação mostra uma tendência para a Apple realmente ultrapassar a Microsoft. Enquanto as da Apple se valorizaram 500% desde 2000, as da Microsoft caíram 50%. Exceto pelo colapso nas Bolsas de Valores, em 2008, conseguiu crescer mais até do que o Google, outra estrela do mercado financeiro. Resultado: entrou na lista das cinco principais empresas dos Estados Unidos.

O iPad, nota o Techcrunch, poderá ser o catalizador da ultrapassagem. Caso o tablet mostre-se um sucesso de vendas como no primeiro dia de pré-venda - foram 150 mil aparelhos -, é praticamente inevitável que ocorra. Com isso, o banco Credit Suisse estima que o preço das ações da Apple chegue a US$ 300.

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Samsung quer vender leitor de e-book no Brasil

Ebooks da Samsung foram mostrados em janeiro na feira de  eletrônicos CES

Ebooks da Samsung foram mostrados em janeiro na feira de eletrônicos CES




A Samsung estuda a venda de e-book readers da sua marca no Brasil, com um projeto piloto que começa com três varejistas entre junho e julho. A fabricante já comercializa quatro modelos distintos na Coréia do Sul, com telas de 6 a 10 polegadas.

"Não temos ainda uma expectativa de como o brasileiro vai lidar com esse produto. Muitos e-books no Brasil hoje são de pessoas que compraram no exterior e trouxeram as versões que existem lá", explicou Ronaldo Miranda, diretor da divisão de TI da Samsung Brasil. "Mas é algo que tem potencial, e temos que analisar como vender isso."

Segundo Miranda, os testes serão feitos com três varejistas locais (ele não informou o nome) que "se interessaram em ajudar a fazer o piloto". Ao mesmo tempo, será feito um estudo com consumidores para definir o foco do produto. Numa expectativa otimista, de acordo com o executivo, os leitores de e-book serão lançados de forma oficial no segundo semestre.

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Smartphone Wave com plataforma Bada chega ao Brasil

Smartphone Wave terá preço sugerido de R$ 1899

Smartphone Wave terá preço sugerido de R$ 1899





Wave, primeiro smartphone da Samsung com a nova plataforma Bada, chega ao Brasil em abril. O sistema Bada foi desenvolvido pela fabricante coreana para concorrer com outros sistemas operacionais para celular, como iPhone, Android e Symbian.

As especificações técnicas do Wave incluem conectividade 3G, Wi-Fi e Bluetooth, tela sensível ao toque de 3,3 polegadas, processador de 1 GHz, A-GPS, câmera de 5 megapixels com vídeo em alta definição (720p).

Seu software usa a interface TouchWiz 3.0, com tecnologia mDNIe para conexão a televisores da Samsung e uma central de comunicação chamada Social Hub, que concentra e-mail, mensagens instantâneas e acesso a redes sociais.

Além disso, o Wave, mostrado pela primeira vez durante o Mobile World Congress, em Barcelona, no mês de fevereiro, reproduz vídeos no padrão DivX/Xvid. No começo desta semana, a Samsung anunciou que o Wave recebeu uma certificação da DivX para reprodução de vídeos em alta resolução (720p). O Wave chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 1.899.

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Depois do Google, GoDaddy planeja deixar a China

A GoDaddy.com, maior companhia de registro de domínios da internet, planeja seguir os passos do Google e deixar de operar na China.

A empresa, segundo o jornal Washington Post, comunicou a congressistas americanos que não aceitará mais as novas regras chinesas para registro de sites, que requerem uma extensa lista de informações pessoais, inclusive fotos.

As regras, no entendimento da GoDaddy, são um esforço do governo chinês de monitorar e vigiar o conteúdo de sites e pode colocar indivíduos que os registram em risco. A empresa também acredita que as regras farão cair os registros de domínio graças a um efeito intimidatório.

Em dezembro, a Cina começou a aplicar uma nova política que exige para qualquer novo registro no domínio .cn uma foto colorida e outras informações. Os dados são encaminhados ao Centro Chinês de Informações da Internet, uma agência semigovernamental. A prática internacional é que registros sejam feitos apenas com nome,e ndereço, telefone e e-mail.

"Para nós, a intenção dos procedimentos parece se basear no desejo das autoridades chinesas de aumentar o controle dos registros de domínio por chineses", disse Christine N. Jones, do Conselho Geral do GoDaddy, à Comissão Executiva do Congresso Americano sobre a China nesta quarta-feira - em um depoimento citado pelo Washington Post.

Em atividade desde o ano 2000, o GoDaddy gerencia cerca de 40 milhões de domínios.

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China bloqueia buscas no Google Hong Kong

Uma página no Google mostra os serviços que estão bloqueados na  China

Uma página no Google mostra os serviços que estão bloqueados na China





A China não esperou nem 24 horas da decisão do Google de suspender a censura e começou a bloquear as buscas por temas que considera sensíveis no site do Google Hong Kong.

Na segunda-feira, o Google anunciou que estava fechando seu site na China devido à censura e trasferindo as buscas para seu site em Hong Kong, que, embora faça parte da China, não tem restrições à internet.

De acordo com o americano Washington Post, buscas sobre temas como o Massacre da Praça da Paz Celestial, em 1989, ou a seita Falun Gong feitas em Pequim resultaram numa tela em branco ou numa mensagem de erro. Mais cedo as buscas geravam resultados, mas os links estavam bloqueados.

Ainda nesta terça-feira TOM Online, uma companhia de internet de Hong Kong, anunciou que deixará de usar o Google como mecanismo de busca. Duas grandes companhias telefônicas estatais chinesas - China Mobile, com 500 milhões de usuários, e China Unicom, a segunda maior do país - também anunciaram planos de rever seus contratos o gigante americano de internet. A China Mobila usa as buscas do Google em sua página principal enquanto a China Unicom tinha planos até agora de usar a plataforma Android em seus celulares.

Entenda a crise


Na segunda-feira, o Google anunciou que havia fechado o site Google.cn e que as buscas seriam desviadas para o Google.com.hk, baseado em Hong Kong e livre da censura imposta pelo governo chinês desde 2006. Hong Kong, uma ex-colônia britânica, pertence à China, mas conta com maior liberdade - incluindo internet não censurada - do que o resto do país.

O Google mantém no ar uma página em que mostra quais de seus serviços ainda estão disponíveis e aqueles completa ou parcialmente bloqueados na China.

A censura da internet se tornou uma fonte de tensões entre China e Estados Unidos, com a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, lançando um chamado em janeiro pela defesa da liberdade na internet em todo o mundo, citando a China, entre outros países, como exemplo.

Em 12 de janeiro, o Google anunciou ter sofrido um ataque de hackers. A Contas do Gmail pertencentes a vários ativistas chineses de direitos humanos foram violadas. Na sequência dos acontecimentos o gigante da internet anunciou que deixaria de censurar os resultados das buscas em sua versão em mandarim. Desde a chegada do Google à China, em 2006, temas como o Massacre da Praça da Paz Celestial, a seita Falun Gong e a luta pela libertação do Tibet eram censurados no serviço de buscas e também em concorrentes, como o Bing.

Além do Google, os ataques tiveram como alvo outras 31 empresas, além do Google. O governo americano participou das investigações, que apontaram duas escolas chinesas como a fonte. O governo de Pequim nega as acusações.