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Google Street View começa a funcionar no Brasil.

Triciclo do Google, equipado com câmeras, vai percorrer os locais aos quais carros não têm acesso. Foto: Divulgação 
 
 
Triciclo do Google, equipado com câmeras, vai percorrer os locais aos quais carros não têm acesso
Foto: Divulgação



O Google começa hoje a mostrar imagens em mapas capturadas nas ruas de três grandes regiões metropolitanas do Brasil com o serviço Street View, integrado ao Google Maps. Segundo a empresa, foram percorridos mais de 150 mil quilômetros de vias em 51 municípios.
As cidades iniciais do Google Street View no Brasil incluem São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e suas áreas metropolitanas, como São Bernardo do Campo, Campinas, Niterói e Curvelo, além da região histórica de Minas Gerais (Congonhas, Mariana, Tiradentes, Diamantina, São João Del Rei e Ouro Preto).
O novo nível de mapas, de acordo com Marcelo Quintella, gerente de produtos do Google Brasil, entra no ar aos poucos a partir de hoje, com previsão de todos os usuários conseguirem ver as imagens de navegação no nível da rua até o próximo final de semana.
Imagens de usuários de locais como o Cristo Redentor, por exemplo, complementam a informação nos mapas. O Google Street View pode ser visto direto no endereço maps.google.com e em smartphones com navegador completo, como BlackBerry, Android e iPhone.
A primeira fase do Google Street View no Brasil foi feita em parceria com a montadora Fiat, que forneceu os veículos que foram equipados com câmeras para percorrer as cidades. Agora, em uma nova fase, um triciclo (uma bicicleta adaptada, na verdade) vai percorrer os locais onde os carros não têm acesso.
Para aumentar a interação com o Google Street View, o Google vai colocar no ar um site especial (www.exploreostreetview.com.br) para ver sugestões de locais já com o Street View e ainda vai aceitar sugestões dos visitantes para novos locais onde o triciclo deve visitar.
Uma votação dos internautas vai definir os novos locais a serem fotografados.
O Google diz ter como objetivo levar todo o Brasil para o Street View. O próximo passo, diz Quintella, são as grandes capitais e suas regiões metropolitanas.
Concurso distribuirá smartphones com Android
O Google lançou também o concurso "Encontre o Pegman", o popular boneco amarelo do Google Street View. Ele ficará escondido por um dia nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, para ser encontrado pelos internautas que navegam pelo serviço. Serão dadas pistas de seu paradeiro no Twitter (@googlebrasil) e no blog oficial do Google (googleblog.blogspot.com).
Quem encontrar o boneco, deve mandar o link do Google Maps para um endereço que estará no site (www.exploreostreetview.com.br) e passará a concorrer a 20 smartphones com sistema operacional Android.
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Acessório transforma iPod Touch em iPhone.

São permitidas até 5 horas de conversação. Foto: Reprodução 
 
São permitidas até 5 horas de conversação
Foto: Reprodução


A empresa chinesa Yosion Technology está lançando nesta semana, nos Estados Unidos, uma capa de proteção para o iPod Touch que inclui um base dock, bateria e um cartão SIM.
O Apple Peel 520, vendido ao preço de US$ 80, transforma o seu tocador de músicas em um telefone, permitindo até cinco horas de conversação, 120 horas em stand by e o envio e recebimento de mensagens de texto.
No entanto, a Apple já estava de olho em um acessório que fizesse o mesmo que a capa de proteção chinesa. No começo deste ano, a Apple havia preenchido uma patente de um transmissor que conseguiria colocar o telefone no iPod Touch.
A grande diferença do Apple Peel 520 para esta patente é que a empresa de Steve Jobs não está pensando em transformar o Touch em um celular. Segundo informações do site Cult of Mac, a patente fala sobre uma possível estratégia de levar o sistema de telecomunicação CDMA para o iPhone.
Um vídeo demonstrando como o Apple Peel 520 funciona pode ser visto pelo atalho http://bit.ly/a8fj0I. Não há informações sobre a disponibilidade oficial do produto no Brasil.
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Quão problemática é a antena do iPhone 4 no Brasil?

 

Há 10 dias temos usado iPhone 4 de uma maneira pouco convencional: segurando-o de todos os jeitos, apertando-o quando alguém liga e rodando testes de velocidade 3G por onde passamos. Tudo para verificar qual o tamanho do problema que uma antena mal planejada causa aos donos do último celular da Apple no Brasil. É o suficiente para fazer interessados reconsiderarem a compra?
Antennagate
Antes, para quem não se lembra do que ficou conhecido como Antennagate, aqui vai um breve resumo: assim que o iPhone 4 começou a chegar na casa das pessoas que o compraram nos EUA, pipocaram pela internet reclamações e vídeos de gente que perdia barrinhas de sinal segurando o aparelho de determinada maneira. Pouco depois descobriu-se onde era o ponto fraco: a estrutura de metal que envolve o iPhone 4 na verdade é formada por duas antenas. Se você colocar o dedo na brecha que une as duas, na parte inferior esquerda, as barrinhas caem. Isso é automático e indiscutível. Quanto, exatamente? Isso depende de uma série de fatores, mas a medição científica mais completa feita pelo pessoal da Anandtech diz o seguinte:

(da esquerda para a direita: apertando forte, segurando naturalmente, na palma da mão, aberta, segurando naturalmente com o aparelho em um case e as respectivas atenuações de sinal em decibéis - quanto menor o número, melhor o sinal).
Provado o problema, Steve Jobs fez a bobagem de recomendar às pessoas que segurassem o telefone da Apple da maneira "certa". Depois, foi convocada uma coletiva onde foi anunciado um programa de distribuição de bumper cases, uma proteção de plástico/silicone que elimina o problema, já que ele só aparece quando a antena entra em contato com a pele. O Brasil, como sabemos, foi o único país a ficar de fora do programa e aparentemente quem tem um iPhone e quiser a capinha tem de comprá-la.

Na prática
Como já havíamos adiantado anteriormente, a gravidade do problema é bastante variável - ela depende da força do sinal na sua área. Eu estou com um iPhone 4 na Vivo e o Fabio Bracht na Claro. Até agora, não tivemos ligações perdidas ou deterioração de qualidade em comparação com outros aparelhos e iPhone antigo, mas talvez porque moramos em áreas com o sinal forte. Como já havíamos falado antes, por mais estranho que possa parecer, o sinal da AT&T, única operadora que vende o iPhone 4 nos EUA, é pior nas grandes cidades que a maioria das operadoras nacionais.
Se não vimos perda de qualidade de ligações, pudemos perceber que a quantidade de barrinhas varia enormemente de lugar para lugar. Mas mesmo quando só há uma, o iPhone 4 ainda recebe e realiza ligações numa boa. Na verdade, a antena do iPhone 4 é melhor em segurar uma ligação mesmo com um sinal ruim.
Com dados via 3G a coisa é um bocado diferente. Em lugares onde a recepção é efetivamente ruim, segurar de forma errada (o famoso death grip) faz com que o iPhone 4 simplesmente deixe de acessar páginas ou receber e-mails instantaneamente. Fiz o teste no banheiro da minha casa - o único lugar do apartamento onde ele fica "mal" se segurado de forma estranha. Neste vídeo fica óbvio a degradação do sinal:

Solução?
Há duas soluções para o problema: segurar o celular diferente, como recomenda Steve Jobs - que basicamente é uma não-opção, a não ser que você seja um freak como o Bracht, que é cheio de dedos para pegar no seu iPhone inconscientemente -, ou colocar uma roupinha no celular, o famoso bumper. E ele – ou qualquer outro case – acaba sendo quase necessário, seja pela questão do sinal ou para proteger o aparelho, bastante frágil por causa da estrutura de vidro. Em nossos testes, a velocidade da conexão com ele não cai – e às vezes até aumenta.

Algumas lojas obviamente estão explorando um pouco essa necessidade: vi bumpers simples por mais de R$ 100 em revendedoras autorizadas da Apple. Este do teste aí em cima, bonitinho até, foi comprado por R$ 19,90 na Livraria Saraiva, que não é um lugar exatamente barato. Em um comércio popular de xing-lings da minha esquina, uma semelhante sai por R$ 12. Por poucos Reais, você transforma um aparelho de R$ 1.800 com defeito em algo perfeitamente funcional, ainda que mais feio - para deixá-lo mais bonito, é preciso pagar bem mais.
No fim das contas, há uma óbvia falha de design que na prática não é fatal, e que é consertada com um simples case. Na nossa opinião definitivamente não é algo que vai espantar os interessados em comprá-lo - e nem deveria. Afinal, muitos usuários de iPhone - como nós aqui do Giz - devem gastar menos de 10% do tempo fazendo ou recebendo ligações: ele é um cliente de redes sociais/checador de e-mails/videogame/navegador e um celular também.
Concordamos que é obrigação da empresa oferecer a solução gratuitamente, sim, e ainda temos esperança que isso aconteça. Mas a verdade é que não estamos vendo muitos donos de iPhone 4 no Brasil que estejam genuinamente insatisfeitos com o aparelho ou estejam correndo para trocá-lo por outras opções (eu não vi nenhum, na verdade). As pessoas que odeiam a Apple vão repetir aagora nos comentários a conversa de que os donos de iPhone 4 são idiotas - chamando, diretamente, o editor-chefe deste site e da matriz americana de idiotas - mas o fato é que como todo gadget, este tem altos e baixos. Ainda que a falha pareça - e é - primária, o iPhone 4 continua sendo um smartphone espetacular, que merece ser considerado como próxima compra.

Gizmodo.
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Galapagos, novo rival para o iPad, é anunciado no Japão.

Leitor eletrônico e tablet, o Galapagos chega ao Japão em dezembro. Foto: AFP 
Galapagos terá inicialmente acesso a 30 mi livros, jornais e revistas
Foto: AFP

A Sharp anunciou nesta segunda-feira que lançará um serviço de livros eletrônicos e um computador em estilo tablet no Japão em dezembro, para concorrer com o iPad da Apple e o Reader, da rival Sony. O leitor Galapagos chegará às lojas em dezembro e inicialmente oferecerá acesso a cerca de 30 mil livros, revistas e jornais, anunciou a empresa em evento de lançamento em Tóquio. Ela planeja expandir suas ofertas para incluir filmes, música e jogos no ano que vem.
O lançamento do novo leitor surge quatro meses depois da chegada do iPad ao Japão e deve entrar em choque com um produto rival da Sony. As poderosas e conservadoras editoras japonesas vêm retardando os esforços para a criação de um mercado japonês de livros eletrônicos.
A Sharp antecipa vender um milhão de unidades de seu tablet, dotado apenas de acesso Wi-Fi, em 2011. O aparelho será acionado pelo sistema operacional Android, do Google, e terá versões com telas de 5,5 e 10,8 polegadas. A Sharp não revelou os preços.
A empresa também está considerando a possibilidade de lançá-lo no exterior e está negociando com a Verizon Communications, dos Estados Unidos, disse Masami Obatake, o diretor da divisão de comunicações da empresa, a jornalistas.
A Sony anunciou que lançará um leitor eletrônico e um serviço de livros eletrônicos no Japão até o final do ano, em cooperação com a operadora de telefonia móvel KDDI, o jornal Asahi Shinbun e a companhia gráfica Toppan Printing.
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Google Street View: Brasil ganha versão na próxima semana.

 Foram 14 meses perambulando pelas ruas do Brasil, em 22 Stilos vermelhos fornecidos pela Fiat. Foto: Gizmodo 
Foram 14 meses perambulando pelas ruas do Brasil, em 22 Stilos vermelhos fornecidos pela Fiat


Depois de mais de um ano rodando pelas ruas do Brasil, o Google terminou a coleta de dados do país e está pronta para anunciar o Street View brasileiro. O lançamento oficial será no próximo dia 30, quinta-feira, e poderemos finalmente brincar de andar pelas ruas do Brasil pela telinha, caçar pessoas fazendo absurdos, cenas estranhas, erros de captura e outras maluquices que nós já vimos lá fora.

Foram 14 meses perambulando pelas ruas do Brasil, em vários Stilos vermelhos fornecidos pela Fiat, parceira do Google no processo. O esquema, que envolve 9 câmeras no topo de um carro, foi visto em vários pontos do país, com relatos frequentes no Twitter – ninguém mandou escolher um carro dessa cor com uma torre no topo. Segundo a empresa, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro eram as cidades que inicialmente seriam mapeadas, mas a promessa do Google à época era mapear com o tempo todas as cidades e a malha viária do país; um trabalho árduo num território que abrange 26 estados e quase 6 mil municípios. Mas, se tratando de Google, nós não duvidamos de nada - mas a gente sabe que é um caminho muito complexo, já que nem nos EUA o mapeamento foi completo.

O Google promete mais novidades além do anúncio na próxima quinta-feira. Esperamos que ele já chegue pronto para o uso móvel – tanto para Android quanto para outras plataformas – e torcermos para que não surjam muitos problemas de protestos e reclamações de usuários que saírem em poses não fotogênicas nas ruas virtuais. Mas, se o Brasil é o país que mais pede remoção de conteúdo ao Google, tudo indica que a gigante das buscas poderá ter alguns problemas com as leis. E, dada a época de coleta, não será estranho ver banners eleitorais - o que pode ser algo engraçado daqui há uns 10 anos, quem sabe. "Olha, mãe, um banner do Tiririca no Street View! E pensar que ele foi eleito com um milhão de votos! (riso desesperado)". Mais informações na quinta-feira, dia do anúncio oficial. [Foto via Google Discovery]
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Robô humanoide aprende a usar arco e flecha sozinho.

Robô conseguiu acertar o centro do alvo em apenas oito tentativas. Foto: IIT/Divulgação 
 
Robô conseguiu acertar o centro do alvo em apenas oito tentativas
Foto: IIT/Divulgação

Pesquisadores do Instituto Italiano de Tecnologia programaram um androide que desenvolveu a habilidade de executar tiros perfeitos com arco. Após receber instruções básicas sobre como segurar o arco e soltar a flecha, o robô aprendeu sozinho a mirar e atirar sem erros.
Segundo o site Techabob, o Dr. Petar Kormushev e seus colegas do Departamento de Robótica Avançada da instituição são responsáveis por outros projetos mais inofensivos, como um autômato que consegue virar panquecas. Mas o novo robô da equipe não é tão sutil: os estudiosos utilizaram um bot denominado iCub, um bebê humanoide que tem o mesmo tamanho de uma criança de 3 anos de idade. Até aí, nenhuma ameaça.
Crianças nessa idade aprendem as coisas rapidamente. Robôs parecidos com crianças nessa idade, aparentemente, aprendem ainda mais rápido. A partir de informações básicas sobre como empenhar a arma medieval, o iCub se tornou um exímio arqueiro, utilizando técnicas de inteligência artificial para aprender, por si só, como calcular balística e intensidade para acertar na mosca com 100% de acerto.
A beleza aterrorizante do feito está justamente nisso: o robô aprendeu sozinho a usar uma arma de arremesso de projéteis. E com apenas oito tentativas ele já acertava o centro do alvo.
De acordo com o site do projeto, o código fonte de seu software é aberto, foi publicado e está disponível em um documento no formato PDF. Este algoritmo de aprendizado, chamado ARCHER (Augmented Reward Chained Regression), trabalha com um sistema de tentativas onde os acertos garantem uma recompensa, e foi otimizado especificamente para lidar com problemas no treinamento de arqueria. O prêmio máximo seria acertar o centro do alvo.
Como o iCub possui articulações nos braços e mãos, o robô passou a "testar" os arremessos. Com base nos parâmetros de erro entre força e direção dos tiros anteriores, armazenados em memória, ele passou a coordenar os movimentos das duas mãos em busca da perfeição. Após cada apresentação, existe um processamento da imagem para saber onde a flecha atingiu, que analisa inclusive as cores do alvo.
A pesquisa será apresentada na conferência de Humanoids 2010, que acontece em dezembro, nos EUA. Um vídeo que mostra o iCub Arqueiro pode ser visto através do link bit.ly/al4T6t.
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Ferrari chega às câmeras digitais profissionais.

H4D Ferrari Limited Edition traz acabamento na cor 'rosso fuoco', característica da Ferrari. Foto: Divulgação
H4D Ferrari Limited Edition traz acabamento na cor 'rosso fuoco', característica da Ferrari
Foto: Divulgação



A fabricante de câmeras Hasselblad anunciou durante a feira Photokina, na Alemanha, uma edição especial da sua câmera H4D, feita em parceria com a Ferrari, em edição limitada de 499 peças produzidas.
A H4D Ferrari Limited Edition traz acabamento na cor "rosso fuoco", característica da Ferrari, e vem com o escudo da montadora e uma lente de 80 mm. As câmeras da série H4D têm sensores de imagem de médio formato (voltado basicamente a profissionais de estúdio) com resoluções que podem atingir até 60 megapixels. O preço da H4D, entretanto, não foi divulgado.
Além da câmera com a Ferrari, a Hasselblad mostra na Photokina um protótipo de câmera com sensor de 200 megapixels, em uma tecnologia que pode ser implantada nos equipamentos da marca já em 2011.
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Aplicativo para iPhone monitora assentamentos judaicos.

Os usuários podem relacionar vários mapas e fotos em camadas. Foto: peacenow.org/Reprodução

Os usuários podem relacionar vários mapas e fotos em camadas
Foto: peacenow.org/Reprodução


Um grupo de ativistas americanos que se opõe a assentamentos judaicos na Cisjordânia lançou um novo aplicativo online e para smartphones para monitorar a sua propagação. A organização Americans for Peace Now (APN, na sigla em Inglês) disse em seu site que o aplicativo é uma nova ferramenta interativa que permite, de qualquer parte do mundo, obter todas as informações em tempo real sobre o que está acontecendo na Cisjordânia.

O aplicativo é conhecido pelo nome de "Facts on the Ground" (Fatos no chão) e está disponível no iPhone, no iPad e também na internet. O sistema utiliza uma avançada tecnologia de mapeamento via satélite desenvolvida pelo Google, que é atualizado constantemente e reflete os eventos e notícias dos planos de construir novos assentamentos, a criação ou supressão de postos, ou incidentes violentos cometidos por palestinos e colonos judeus.

"A transparência fornecida por esta ferramenta é fundamental neste momento, em que Israel está considerando o 'congelamento' da construção de novos assentamentos", disse Debra DeLee, presidente-executiva da APN. "Embora as pessoas tenham o direito de formar suas próprias opiniões sobre esta difícil questão, existe apenas um conjunto de fatos, e nosso aplicativo fornece esses fatos com clareza e detalhe sem precedentes", afirmou.

Fim da moratória
Atualmente, há muita pressão diplomática sobre o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para renovar a moratória parcial sobre a construção de assentamentos judaicos nos territórios ocupados, que expira no próximo sábado.

Israel tem reiterado que não irá renovar a moratória, enquanto os palestinos ameaçaram abandonar as negociações de paz emergente com o governo israelense se reiniciarem as construções. Os colonos estão prontos para começar uma nova onda de construção logo que expirar a moratória.